quarta-feira, 30 de abril de 2008

Focas


As focas são mamíferos da família Phocidae, super-família Pinnipédia, adaptadas à vida marinha. O corpo de uma foca é hidrodinâmico, semelhante a um torpedo, com os membros posteriores e anteriores em forma de nadadeira. Outro detalhe interessante é que as focas não possuem orelhas, o que as distingue da família Otaridae (leões marinhos). Todas essas características fazem das focas excelentes nadadoras, mas em contrapartida as focas não tem habilidade em terra firme sendo presas fáceis para ursos polares e caçadores.
As focas são carnívoras
e alimentam-se de peixes e cefalópodes. Geralmente, reproduzem-se em colónias.
As focas possuem em torno de 1,70 de comprimento, pesam de 80 a 100 e o periodo de reprodução é entre fevereiro e maio. Localizam-se no pólo Norte e são excelentes nadadoras. Suas orelhas são internas e possuem poucos pelos no corpo, sendo que eles são grossos e curtos, tendo a coloração cinza ou marrom escuro. As focas são capazes de fechar as narinas embaixo d'água enquanto procuram comida. Geralmente os adultos machos medem aproximadamente 2m de extensão.As focas são mamíferos aquáticos.
A foca-barbuda (Erignatus barbatus) é uma foca que habita a região do Oceano Ártico. Vive desde o Norte do Canadá aparecendo em todo o Norte da Europa, chegando até 80-85° da latitude Norte. Pelas estimativas mais recentes, em torno de 30 anos, sua população excede os 500 mil indivíduos. É muito vulnerável às mudanças no ecosistema. São caçadas normalmente com fins de subsistência. Na Rússia, Alaska e Gronlândia.
A foca-leopardo (Hydrurga leptonyx) é uma foca que habita os mares em torno da Antártida. Estes animais são predadores e alimentam-se de pinguins, cefalópodes e outras focas, como a Foca Caranguejeira.
As focas-leopardos são grandes e musculosas, tendo uma cor cinza, um pouco mais escura nas costas e mais clara na barriga. As suas gargantas são esbranquiçadas e apresentam manchas pretas, que dão à origem ao seu nome popular. As fêmeas são normalmente maiores que os machos, medindo em torno de 2,4 a 3,6 metros e pesando até 600 kg, enquanto que os machos medem 2,4 a 3,2 metros e pesam até 400 kg.
O seu sentido de
visão e olfacto é extremamente desenvolvido. Os seus sentidos combinados com o seu corpo aerodinâmico permitem que as focas se movam rapidamente pela água, o que a torna um exímio predador. Como a maioria dos carnívoros, os seus dentes da frente são afiados, mas seus molares fecham-se de uma maneira que lhes permite peneirar Krill (uma espécie de camarão invertebrado) da água.
As focas-leopardo vivem nas águas geladas em torno da Antárctida. Durante os meses de Verão, elas caçam entre as Banquisas (camada de gelo resultante do congelamento das águas do mar nos pólos) em torno do continente, passando a maior parte do tempo na água. No Inverno as focas migram para o norte para as ilhas subantárticas, mas ocasionalmente podem ser vistas na costa sul da Nova Zelândia, Austrália e América do Sul. Os animais são geralmente solitários só se agrupando na estação de acasalamento.
Elas se alimentam de uma grande variedade de animais:
lulas, pinguins, krill, peixes
oceânicos, e com menos frequência pequenas focas.
Quando caça pinguins, a foca leopardo patrulha as águas perto das bordas dos icebergs, quase completamente submergida, esperando que as aves entrem no oceano. Eles matam as aves marinhas, agarrando-os pelas barbatanas e empurram os seus corpos contra o gelo repetidas vezes, até que eles estejam mortos e esfolados.
Em 2003 uma foca-leopardo apanhou uma
bióloga mergulhadora e matou-a. Mesmo que alguns ataques de focas-leopardo já tenham sido anteriormente documentados, este foi o primeiro que resultou em morte.
Obtido em http://pt.wikipedia.org/wiki/Foca-leopardo
Foca de crista ou Foca de capuz (cristata Cystophora) é um mamífero que vive em regiões frias, encontrado de Svalbard (Noruega) ao golfo de St. Lawrence (Canadá).
Sua população total está estimada em 600.000 indivíduos. A Foca de capuz, juntamente com a Foca da Groenlândia, é acusada pelos pescadores canadenses de não deixarem os bancos dos peixes se recuperarem, afetados pela exploração excessiva. Suas populações foram caçadas por Russos, canadenses, noruegueses e por islandeses.São caçadas desde a década de 40 de forma intensiva na área conhecida como “Front” na costa de Labrador e Terranova (Canadá).Atualmente o governo canadense autoriza a caça de 10.000 animais por ano. O não cumprimento destas cotas, devido a falta de controle por parte do governo canadense, em 1996 mataram 25.000 animais, quase o triplo do permitido. A caça por parte dos russo e noruegueses ocorre na primavera. Na Noruega, a cota de caça anual de exemplares adultos em 2001 foi de 10.300 animais (1,5 filhote é igual a um adulto). A indústria norueguesa de peles de foca está diminuindo muito, , mas os caçadores de pele tentam fazê-la viável novamente. Na Rússia se estima uma média de 2.400 capturas entre 1986-1995. Posteriormente, se autorizou a caça de 4.000-6.000 focas de capuz para caça de subsistência na Groenlândia. Os caçadores da Islândia abatem um número desconhecido de focas de capuz anualmente.
Monachus é o género de pinípedes da família Phocidae (focas) que corresponde aos animais popularmente designados por foca-monge ou lobo-marinho. Este grupo inclui as únicas focas que habitam mares ou oceanos sub-tropicais a tropicais. As focas monge estão seriamente ameaçadas de extinção devido a perda de habitat.
A foca-monge-das-caraíbas (Monachus tropicalis) é uma espécie de mamífero pinípede extinta no século XX. Habitava o Mar das Caraíbas, desde as águas tropicais da Flórida às zonas costeiras do Texas, Grandes e Pequenas Antilhas e Península de Iucatã. Relatos de registos visuais por mergulhadores ainda ocorrem esporadicamente, mas várias tentativas sistemáticas de reencontrar este animal foram infrutíferas.
A foca-monge-das-caraíbas media entre 2,20 e 2,40 metros de comprimento e pesava em torno de 130 kg. A sua pelagem era castanha no dorso, esbatendo-se para branco amarelado na barriga; as crias nasciam totalmente negras. As fêmeas tinham 4
glândulas mamárias, em vez de duas como as restantes focas. Os hábitos de reprodução da foca-monge são desconhecidos e sabe-se apenas que davam à luz uma única cria em torno do mês de Dezembro.
Estes animais alimentavam-se de
peixe, cefalópodes e crustáceos e eram activos sobretudo de manhã cedo e ao crepúsculo. Os seus únicos predadores eram os tubarões caribenhos e, mais tarde, o Homem. A foca-monge era muito lenta e desajeitada em terra e, por isso, supõe-se que não tivesse predadores fora de água.
O primeiro contacto de europeus com a foca-monge-das-caraíbas foi através de
Cristóvão Colombo em 1493, que descreveu os animais como lobos-do-mar e anotou o interesse económico da espécie. Com a chegada dos colonos, a foca-monge começou a ser caçada pela pele, pela sua gordura e também como alimento. Mais tarde gerou-se a idéia que esta foca era uma ameaça à conservação dos bancos de peixe e iniciou-se uma campanha semi-organizada para erradicar a competição. Os pescadores foram bem sucedidos e a foca-monge tornou-se rara. O último registo visual de um animal desta espécie foi em 1932, ao largo da costa do Texas.
A foca-monge-do-havaí (Monachus schauinslandi) é um mamífero pinípede habitante das águas quentes do arquipélago havaiano.
A morte das focas bebês recomeça e aumenta rapidamente. (O que aliás nunca terminou.) Apenas o uso se reduziu, pois por um período de tempo se tornou politicamente incorreto o uso de filhotes (e muitos filhotes, para confeccionar um casaco de pele). Mas, as grandes griffes estimulam novamente o seu uso. Propagandas de casacos de pele recomeçam (o caso da modelo brasileira Gisele).
Devemos, muitas vezes nos envergonhar de nos considerar seres humanos ( Homo sapiens). Não existe sapiência nenhuma nesse massacre.
Isso é a realidade dos casacos de pele - e são apenas os filhotes!!! Como esse abaixo!!!!!!! Achas justo????????? Desejas um????? Então carregue consigo a morte de mais um mamífero em extinção!! Isso é o Canadá - grande país!!! Subdesenvolvido ecologicamente, num planeta com grande número de espécies em extinção e quase 10 bilhões de Homo sapiens
Fonte: http://www.herbario.com.br/
A foca, no sentido lato, é um mamífero da super-família Pinnipedia, família Phocidae, adaptado à vida marinha. O corpo de uma foca é hidrodinâmico, semelhante a um torpedo, com os membros posteriores e anteriores em forma de nadadeira. Outro detalhe interessante é que as focas não possuem orelhas, o que as distingue da família Otariidae (leões marinhos).
Todas essas características fazem das focas excelentes nadadoras, mas em contra partida as focas não tem habilidade em terra firme sendo presas fáceis para ursos polares e caçadores.


As focas são carnívoras e alimentam-se de peixes e cefalópodes. Geralmente, reproduzem-se em colónias.

A família Phocidae inclui os seguintes géneros:
Monachus (foca monge) Mirounga (elefante-marinho) Lobodon (foca caranguejeira) Leptonychotes Hydrurga (foca leopardo) Ommatophoca Erignathus Phoca (foca, no sentido estrito) Halichoerus Cystophora
Fonte: pt.wikipedia.org

Ordem: CARNIVORA
Família: Phocidae
Distribuição e Habitat
Vivem nas águas costeiras do Atlântico Norte e do Pacífico Norte. Aparecem tipicamente em bancos de areia, embora também possam ser encontradas em costas rochosas.

A pelagem é cinzenta e mesclada de vários tons, do cinzento-claro ao negro.
Os machos medem 1,3 a 1,95 metros de comprimento e pesam cerca de 100 kg. As fêmeas são ligeiramente mais pequenas e leves. As focas-comuns (tal como as restantes focas e mamíferos marinhos, em geral) possuem uma espessa camada de gordura sob a pele, que as protege do frio. A cabeça é grande relativamente ao corpo e apresenta narinas em V.
Ao contrário dos leões-marinhos, as focas não têm orelhas, sendo esta uma das características que mais facilmente distingue estes dois grupos de animais. Estão muito bem adaptadas à locomoção na água e deslocam-se com dificuldade em terra, arrastando o corpo no solo com o auxílio das barbatanas anteriores.

São essencialmente sedentárias, embora a área de alimentação seja bastante variável. Quando em terra, juntam-se em grandes grupos, com cerca de 1000 indivíduos.

Alimentam-se de peixes, lulas e crustáceos. Os juvenis ingerem sobretudo crustáceos.

A corte e o acasalamento decorrem na água. O acasalamento dá-se após o desmame da cria nascida nesse ano. O período de gestação dura 10,5 a 11 meses, incluindo um período de 45 a 90 dias de implantação retardada. A altura dos nascimentos varia com a localização geográfica (estes ocorrem em Fevereiro, na Baixa Califórnia; em Março ou Abril, na Califórnia; em Junho ou Julho, na Europa, no Norte do Pacífico e na região árctica do Atlântico Norte). A fêmea pare uma única cria, em terra firme, que é amamentada durante cerca de quatro a seis semanas.
Assim que nasce, a cria já está apta a nadar e mergulhar. A maior parte dos machos atinge a maturidade sexual aos seis anos de idade e as fêmeas aos três a cinco anos de idade.

A espécie não se encontra globalmente ameaçada (segundo a União Internacional para a Conservação da Natureza). A poluição constitui um dos maiores factores de ameaça, quer directamente (causando problemas respiratórios) quer indirectamente (pela morte dos peixes de que se alimentam). Contudo, foram tomadas medidas de protecção, pelo que ainda é relativamente comum.

Nome popular: Foca
Nome Científico: Phoca vitulina
Distribuição geográfica: Vive nos oceanos Atlântico e Pacífico, geralmente em grandes colônias. São facilmente encontradas no Oceano Ártico
Habitat natural: É comum encontrá-las em baías de água límpida, com rochedos e areia, onde pode fugir um pouco da água fria.
Hábitos alimentares: É carnívora. Alimenta-se de peixes, moluscos e vários outros tipos de frutos do mar. Os adultos comem de 4,5 a 8,2 quilos de comida por dia
Tamanho: Até 1,80 metro
Peso: Os machos pesam cerca de 75 kg e as fêmeas, em torno de 50 kg
Período de gestação:De 9 a 11 meses. A fêmea costuma engravidar uma vez por ano
Filhotes: Um por vez. Os machos chegam à maturidade a partir dos 2 anos e as fêmeas, a partir dos 3 anos.
Tempo médio de vida: 20 anos

A foca é um mamífero da família dos focídeos.
Originalmente, a foca vivia na terra. De tanto ficar no mar, foi desenvolvendo nadadeiras e hoje passa boa parte do tempo na água. Ela até passou a andar com dificuldade.
A foca pode ir a profundidades de 100 metros nadando. Ela agüenta ficar mais de 10 minutos sem respirar.
A partir dos 5 meses, os filhotes conseguem acompanhar os adultos nos longos percursos que fazem no mar.
A foca passa o verão e o outono distante de seu local original, vivendo mais ao sul, onde encontra alimento mais facilmente.
Fonte:
http://www.terra.com.br/

Pertence à ordem dos Carnívoros, à família dos Pinípedes e alimenta-se com peixes e invertrebados marinhos. Habita preferencialmente nas costas arenosas e de águas pouco profundas, sendo originária da Ásia Central. As focas estão muitíssimo bem adaptadas à vida marinha, com as suas pequenas caudas e nadadeiras anteriores e também ouvidos externos. Chega a medir dois metros de comprimento e a pesar mais de cem quilos. Têm os filhos em terra, apenas um de cada vez. O tempo médio de vida varia entre os 25 e os 35 anos, chegando mesmo a atingir 40 anos.A foca branca é muito caçada devido ao valor da pele, empregue no fabrico de casacos e outros adornos.
A foca é um mamífero pinípede, que sofreu modificações consideráveis para se adaptar à vida aquática. Os ossos dos membros tornaram-se muito reduzidos, de modo que apenas as patas sobressaem do corpo. Uma membrana liga os dedos, como numa barbatana. As narinas no alto da cabeça, permitindo que o animal respire estando a maior parte do corpo imerso, mantêm-se quase sempre fechadas, mas são providas de músculos especiais que as abrem quando o animal quer respirar. A superfície frontal dos olhos é plana, a forma mais adequada para debaixo de água produzir imagens bem focadas. Para conservarem o calor do corpo passaram a apresentar, sobre a pele, uma espessa camada de gordura. Apresentam ainda outras modificações que lhes permitem mergulhar e suster a respiração por longos períodos. O volume de sangue do seu corpo é, proporcionalmente ao tamanho, muito superior ao de qualquer mamífero terrestre e, por esse motivo, conseguem armazenar grandes quantidades de oxigénio. Além disso, quando mergulham, contraem alguns vasos sanguíneos mais importantes para que a circulação do sangue arterial fique consideravelmente limitada ao coração e ao cérebro. Simultaneamente, as pulsações descem de 100 por minuto para aproximadamente 10. Assim, o animal consegue manter oxigenados os orgãos principais. em prejuízo do resto do corpo.Para dar à luz têm que se dirigir às praias, aonde não só estão expostas aos ataques dos animais terrestres, como não encontram ali o alimento apropriado. Por isso é de toda a conveniência para a foca fêmea que as crias se desenvolvam em pouco tempo e se tornem independentes o mais rapidamente possível. O leite da foca é extraordinariamente rico - contendo 50% de gordura - e a cria aumenta de peso à razão de cerca de um quilo por dia. Como durante o período de amamentação a mãe não se alimenta, o que se verifica na realidade é que ela converte a própria gordura em leite, transferindo-a para a cria. Alguns dias após o nascimento, a fêmea acasala de novo. Porém, como o período de gestação é bastante inferior a um ano, o óvulo fecundado, ou ovo, mantém-se em princípio sem se desenvolver, sendo a implantação na parede do útero retardada por vários meses. Quando finalmente se dá a implantação, o ovo inicia o desenvolvimento e assim a cria nascerá na época de reprodução seguinte, um ano depois.O grupo das focas, que abrange mais de duas dúzias de espécies todas desprovidas de orelhas, terá evoluído de antepassados semelhantes a lontras. Os membros das focas quase lhe não são de qualquer utilidade em terra. Os anteriores são tão curtos que o apoio que proporcionam é muito reduzido, e os posteriores, como não podem ser virados para a frente, de nada lhes servem. Com efeito, fora de água, as suas patas posteriores mantêm-se geralmente com as plantas unidas, tomando o aspecto de uma cauda.A foca serve-se das barbatanas anteriores quase exclusivamente para manobrar e das posteriores para a propulsão, usando uma técnica na deslocação muito semelhante à dos peixes. A maioria das focas, quando em terra, desloca-se por ondulações no corpo. Porém, a foca caranguejeira vive sobre gelo flutuante tão escorregadio que tem de mover-se sinuosamente, à maneira das serpentes. As focas são mais abundantes nas águas polares, aonde há enormes concentrações de peixe. Existem no entanto espécies que vivem em águas mais temperadas. As focas do gérero Monachus encontram-se na Madeira e costa da Mauritânia, e possivelmente ainda no Mediterrâneo e na zona das ilhas Havaí. Algumas espécies são de pequenas dimensões - a foca do lago Baical, a única que vive exclusivamente em água doce, mede apenas um metro e meio, mas todos os grupos incluem uma espécie de grandes dimensões. O elefante marinho, a maior espécie do grupo das focas, atinge seis metros de comprimento e cerca de três toneladas de peso.
A FOCA CINZENTAA foca cinzenta,espalhada por todo o litoral do norte da Europa e da América, é menos caçada do que as outras espécies, por duas razões: ela é menos sociável que outras espécies e nunca forma colónias grandes nas praias. Além disso, os filhotes já nascem com o pelo de adultos, de um cinza vivo e com manchas escuras, ao contrário do belo pelo branco, que é o orgulho (e o infortúnio) das outras. A primeira muda de pêlo da foca cinzenta ocorre no próprio ventre materno. A foca cinzenta passa a maior parte do tempo nas águas árticas, e vem a terra apenas para dar à luz e para se aquecer ao sol. Dorme na superfície da água, acasala-se nela e só tem que mergulhar para conseguir comida, que consiste em peixes e caranguejos. O seu corpo em forma de torpedo é perfeitamente adaptado para nadar, desde as pernas que se transformaram em nadadeiras, até à cabeça redonda, desprovida de orelhas. As narinas fecham-se quando ela mergulha. Como as outras, a foca cinzenta é protegida do frio por uma camada de gordura, e por um aparelho circulatório especial.

Espécime da família dos focídeos, mamíferos carnívoros aquáticos desprovidos do pavilhão da orelha, e membros posteriores impróprios á locomoção em terra.

Na região polar, o sol da primavera já derreteu quase totalmente toda a neve, e os machos, lentamente, chegam à costa. Todos preferem ficar mais próximos da água, e brigam e se mordem, enquanto lançam gritos e mugidos. Depois de alguns dias de luta, cada um já sabe qual é o seu lugar. As fêmeas chegam com o verão, e os machos se precipitam para a água. Os primeiros que ganham o mar são os favorecidos no sentido de conquistar o maior número possível de fêmeas, que eles guiam para suas tocas. É a época do acasalamento anual.Oito a doze meses depois nascem os filhotes, de que as fêmeas tratam cuidadosamente. Costumam procriar sempre no mesmo local e para isso têm, às vezes, de atravessar a nado grandes distâncias. As "focas-peludas" só procriam nas ilhas Pribilof, no mar de Bering, defronte às costas do Alasca, e para chegar aí têm de nadar quase 5 mil quilômetros.

Está é a única foca que frequenta mares polares: ela passa o ano todo em águas quentes. A espécie mais numerosa (cerca de 5000) é também a maior em tamanho. Vive no Mediterrâneo e na costa Atlântica da África, até a Mauritania. Sua pelagem é marrom, no dorso no ventre. A espécie mais rara a das Antilhas. Seu príncipal alimento são polvos e peixes, que apanham em volta dos recifes no outono as fêmeas se reunem para parir os filhotes, que nascem cobertos de pelagem negra. Eles se desenvolvem e engordam rápidamente.
CARACTERÍSTICAS:
compimento:3metros(espècie do Mediterrânio)
2,20(espécie do Havaí)
Um único filhote por parto.

As focas-cinzentas são menos caçadas do que as outras focas, por duas causas:
As focas cinzentas são mais sociáveis que as outras espécies, e, nunca formam colônia nas praias. Os filhotes, desde que nascem já tem a pelagem de adulto.

filo: chordata
classe: mammália
ordem: pinhipedia
familía: phocidae
CARACTERÍSTICAS
comprimento: até 1,80 metros
sombrancelhas e focinho: cinza peroládo
período de gestação: 280 á 330 dias ( 11 meses )

As focas se alimentam de crustáceos, peixes e cefalópodes ( como polvos e as lulas ).
Elas possuem uma espessa camada de gordura para suportar o frio. As gestações variam entre 7 á 11 meses. A maioria das focas vivem em mares frio ou polares.
A mais feroz das focas é a foca leopardo que como pinguins. A maior foca é a foca elefante, que pesa até 4 toneladas.
Algumas espécies de focas passam a maior parte da vida em colônias nas praias, enquanto as outras como a foca harp vivem em mares abertos e fazem migrações longas e regulares. Os meses de maio e junho elas ficam em época de reprodução.

A carne e a gordura são empregadas na alimentação e combustível. A pele, duríssima, é utilizada para encobrir embarcações pequenas e fazer diversos tipos de roupas. Os ossos são transformados em instrumentos e armas. Até as vísceras são úteis, como alimento para os cães de trenó.Os pinípedes são perseguidos pelas grandes e ferozes Orcas (golfinhos carnívoros) e pelos ursos-brancos. Porém, seus inimigos mais implacáveis são os caçadores profissionais, que os matam para vender a pele e a gordura derretida: de um elefante-marinho podem-se extrair quase 1.000 litros de banha. Hoje, as leis restringem sua caça a fim de evitar a extinção.

As pequenas focas têm muito temor da água. Somente com dois meses de vida, querendo ou não, são levadas para o mar pelas mães, que as ensinam a nadar. Quando os filhotes, já robustos, se convertem em hábeis nadadores, toda a colônia regressa ao mar e efetua grandes migrações até a primavera seguinte.

As focas verdadeiras carecem de pavilhões auditivos externos. O pescoço é mais curto, menos flexível, e as nadadeiras anteriores são menos desenvolvidas. Quando estão fora d'água, locomovem-se arrastando-se pelo chão. Os elefantes-marinhos são as maiores focas e receberam esse nome não apenas devido ao seu tamanho, mas também pela presença, nos machos, de uma tromba curta ou proboscide, que pende sobre a boca.

A palavra "otária" deriva do grego e quer dizer "orelha pequena". As focas verdadeiras, da família dos Focídeos, são ditas "sem orelhas", o que é a pura verdade. Essa carência de orelhas entre os pinípedes não lhes afeta a audição, aliás, seu sentido é o mais desenvolvido. Além disso, possuem olfato bom o bastante para permitir a caça nas águas profundas, aonde chega pouca luz. "Otárias" recebem este nome por terem pavilhões auditivos externos, embora sejam pequenos e rudimentares. Esses animais elevam o corpo do solo quando se deslocam em terra e se apóiam sobre as nadadeiras anteriores e posteriores. Dividem-se em dois grupos: os leões ou lobos-marinhos e os ursos-marinhos. Os primeiros são os maiores animais desse grupo. Os ursos-marinhos são muito parecidos, mas diferem dos leões-marinhos pela pelagem interior, muito mais abundante e sedosa, e pelo focinho mais pontiagudo.

As focas são de sangue quente, possuem dois pulmões, amamentam as crias e não possuem orelhas externas. Têm, em média, 1,40 metros de comprimento e pesam em torno de 90 kg. Nas "focas-peludas", os machos apresentam a cor do pêlo mais escuro que as fêmeas. Os pés e as mãos são as nadadeiras, onde os dedos estão ligados por membranas, formando uma superfície de bom tamanho para favorecer o deslocamento na água. Tudo isso lhes permite nadar com agilidade de peixe, embora tenham a pele coberta de pêlo. O pescoço é pouco notável, parecendo a cabeça ligada diretamente ao tronco. O revestimento do corpo é uma espessa epiderme coberta de pêlos, sobre uma camada grossa de gordura que as protege do frio. Isso possibilita a elas habitarem os mares das regiões polares. As focas podem viver de 25 a 35 anos, porém, já foi registrada uma foca com 40 anos.

Nessas incursões contam com um sistema de proteção que lhes permite ficar imerso 60 metros cerca de 20 minutos, sem correr risco de asfixia nem o de rompimento dos tímpanos pela forte pressão pois, assim um moluscolos que obstitrui sua entrada.As pulsações do coração vão caindo de cem para dez por minutos e, assim, o oxigênio dos pulmões é consumidos mais letamente.No mergulho, diminui a inrigação sanguinia da pelepassando mais sangue pelo coração e cérebro, orgãos que nessecitam de oxigenação perfeito.Suas narinas são naturalmente fechadas. Importante para que não sofoquem, só se abrirem com isfors voluntário.

Características das focas
As focas são de sangue quente e amamentam as crias. Ela é a menor espécie dos oceanos, com o comprimento de 1,40 m e 90 kg. Tem geralmente a cor cinza chumbo, algumas vezes, com riscas brancas ou manchas em todo o corpo. Nas "focas-peludas", os machos apresentam a cor do pêlo mais escuro que as fêmeas.
Os pés e as mãos são as nadadeiras, onde os dedos estão ligados por membranas, formando uma superfície de bom tamanho para favorecer o deslocamento na água. Tudo isso lhes permite nadar com agilidade de peixe, embora tenham a pele coberta de pêlos.
O pescoço é pouco notável, parecendo a cabeça ligada diretamente ao tronco. O revestimento do
corpo - uma espessa epiderme coberta de pêlos, sobre uma camada grossa de gordura - protege-os contra o frio e é um bom motivo para que habitem os mares da região polar. As focas podem viver de 25 a 35 anos, porém, já foi registrado uma foca com 40 anos.
Otárias
A palavra "otária" deriva do grego e quer dizer "orelha pequena". As focas verdadeiras, da família dos Focídeos, são ditas "sem orelhas", o que é a pura verdade. Essa carência de orelhas entre os pinípedes não lhes afeta a audição, aliás, seu sentido é o mais desenvolvido. Além disso, possuem olfato bom o bastante para permitir a caça na águas profundiais, aonde chega pouca luz.
"Otárias", recebem este nome por terem pavilhões auditivos externos, embora sejam pequenos e rudimentares. Esses animais elevam o corpo do solo quando se deslocam em terra e se apóiam sobre as nadadeiras anteriores e posteriores. Dividem-se em dois grupos: os leões ou lobos-marinhos e os ursos-marinhos. Os primeiros são os maiores animais desse grupo. Os ursos-marinhos são muito parecidos, mas diferem dos leões-marinhos pela pelagem interior, muito mais abundante e sedosa e pelo focinho mais pontiagudo.
Acasalamento e gestação
Na região polar, o sol da primavera já derreteu quase totalmente toda a neve, e os machos, lentamente, chegam à costa. Todos preferem ficar mais próximos da água, e brigam e se mordem, enquanto lançam gritos e mugidos. Depois de alguns dias de luta, cada um já sabe qual é o seu lugar. As fêmeas chegam com o verão, e os machos se precipitam para a água. Os primeiros que ganham o mar são os favorecidos no sentido de conquistar o maior número possível de fêmeas, que eles guiam para suas tocas. É a época do acasalamento anual.
Oito a doze meses depois nascem os filhotes, de que as fêmeas tratam cuidadosamente. Costumam procriar sempre no mesmo local e para isso têm, às vezes, de atravessar a nado grandes distâncias. As "focas-peludas" só procriam nas
ilhas Pribilof, no mar de Bering, defronte às costas do Alasca, e para chegar aí têm de nadar quase 5 mil quilômetros.
Filhotes
As pequenas focas têm muito temor da água. Somente com dois meses de vida, querendo ou não, são levadas para o mar pelas mães, que as ensinam a nadar. Quando os filhotes, já robustos, se convertem em hábeis nadadores, toda a colônia regressa ao mar e efetua grandes migrações até a primavera seguinte.
Focas verdadeiras
As focas verdadeiras carecem de pavilhões auditivos externos. O pescoço é mais curto, menos flexível e as nadadeiras anteriores são menos desenvolvidas. Quando estão fora d'água, locomovem-se arrastando-se pelo chão. Os elefantes-marinhos são as maiores focas e receberam esse nome não apenas devido a seu tamanho, mas também pela presença, nos machos, de uma tromba curta ou proboscide, que pende sobre a boca.
Caça
A carne e a gordura são empregadas na alimentação e combustível. A pele, duríssima, é utilizada para encobrir embarcações pequenas e fazer diversos tipos de roupas. Os ossos são transformados em instrumentos e armas. Até as vísceras são úteis, como alimento para os cães de trenó.
Os pinípedes são perseguidos pelas grandes e ferozes orcas (baleias carnívoras) e pelos ursos-brancos. Porém, seus inimigos mais implacáveis são os caçadores
profissionais, que os matam para vender a pele e a gordura derretida: de um elefante-marinho podem-se extrair quase 1.000 litros de banha. Hoje, as leis restringem sua caça a fim de evitar-lhes a extinção.
Mergulho
Na busca de peixes, moluscos e crustáceos alcançam freqüentemente profundidades de 60 metros. Nessas incursões contam com um sistema de proteção que lhes permite ficar imerso por cerca de 20 minutos, sem correr o risco de asfixia nem o de rompimento dos tímpanos pela forte pressão pois, assim que mergulham, o canal auditivo é protegido por um músculo que obstrui sua entrada. As pulsações do coração vão caindo de cem para dez por minuto e, assim, o oxigênio dos pulmões é consumido mais lentamente. No mergulho, diminui a irrigação sangüínea da pele, passando mais sangue pelo coração e cérebro, órgãos que necessitam de oxigenação perfeita. Suas narinas são naturalmente fechadas - importante para que não sufoquem -, só se abrindo com esforço voluntário.
Urso-Marinho
O urso-marinho do hemisfério sul, que habita as costas antárticas é uma das 14 espécies que compõem o grupo dos Otarídeos (pinípedes com pavilhões auditivos externos). São animais polígamos e, no princípio de outubro, reúnem-se nas praias, formando colônias reprodutoras formadas por milhares de indivíduos.
As fêmeas reprodutoras se alimentam exclusivamente de um crustáceo chamado krill. Os machos também comem pingüins e peixes. Embora muitos dos otarídeos tenham sido dizimados pela caça, a população de ursos-marinhos do sul, que esteve à beira da extinção em fins do século XIX, atualmente soma entre 700 mil e um milhão de indivíduos.
Leopardo-Marinho
O leopardo-marinho, a mais feroz das focas, caça mamíferos para comer. Geralmente solitário, é inimigo dos pinguins.

Por vezes sozinhas descansam na areia, tímidas, nervosas, ansiosas pela protecção da mãe. O olhar triste mas ao mesmo tempo curioso transmite toda a magia deste mundo brilhante que é a natureza...----Não vos vou massacrar mais com focas. No entanto gostaria de dizer que é mágico viver num mundo onde a espaços se podem observar milagres: o milagre da vida, o nascimento, a luta pela sobrevivência. A história das focas em inglaterra é uma historia de sucesso. Este ano já nasceram quasse mil novas focas e a população aumenta, é respeitada e protegida pelo homem que sabe ter ali um tesouro. um tesouro que se tende a perder se não tivermos o bom senso de o preservar, proteger, admirar e amar.Sou feliz pelo que faço e pela oportunidade que tenho de poder mostrar pequenos milagres. Obrigado aos que olham esses pequenos milagres da nossa mãe natureza.

A caça à foca é um dos meios de vida tradicionais dos povos dos países que circundam o Oceano Árctico e o Atlântico Norte. A caça à foca na Noruega baseia-se fundamentalmente em focas da Gronelândia e focas de mitra. Os stocks de ambas as espécies encontram-se em crescimento e nenhuma delas está ameaçada. A caça à foca na Noruega tem lugar no Mar de Barents, fora da foz do Mar Branco, na zona económica russa (a camada de gelo oriental), e ao largo d Gronelândia (a camada de gelo ocidental). As quotas norueguesas são estabelecidas com base em recomendações científicas do CIEM – Conselho Internacional para a Exploração do Mar, da CPANE – Comissão de Pescas do Atlântico do Nordeste e do Instituto de Investigação Marinha na Noruega. As referidas recomendações são utilizadas como base para a elaboração de um regime de gestão multi-espécies, que leva em conta, por exemplo, o modo como a captura de focas irá afectar outras espécies. Em 2007, a quota total da Noruega abrange 46 200 focas adultas, 15 000 na camada de gelo oriental e 31 200 na camada de gelo ocidental. A Rússia é responsável pela gestão do stock de foca da Gronelândia no camada de gelo oriental, ao passo que os stocks no camada de gelo ocidental se encontram sob a jurisdição da lei de pescas de diversos países, vivendo parcialmente em águas internacionais.A caça à foca na Noruega é uma gestão de recursos saudávelAo todo, existem cerca de oito milhões de focas de mitra e da Gronelândia no Atlântico Norte, quase três milhões das quais se encontram nas zonas em que a caça à foca da Noruega ocorre. Os stocks de ambas as espécies encontram-se em crescimento.
De forma a manter os stocks de focas a um nível razoável, é necessário capturá-las. Os requisitos energéticos diários de uma foca da Gronelândia são equivalentes a 2,5-3 quilogramas de arenque ou capelim. Os vastos stocks de focas estão a provocar consumos avultados dos stocks de diversas espécies de peixes, incluindo algumas das utilizadas para consumo humano. No nordeste do Atlântico, as focas da Gronelândia por si só comem a mesma quantidade de arenque que é capturada por toda a frota pesqueira norueguesa.Se a população de focas se tornasse demasiado grande, algumas espécies poderiam deslocar-se por longas distâncias com a finalidade de encontrar alimento. Em certas alturas, esta situação teve como resultado invasões maciças de focas ao longo da costa norueguesa. Os animais consomem grandes quantidades de peixe que, de outra forma, seriam utilizadas como alimento pelos seres humanos, para além de causarem amplos danos aos materiais de pesca e instalações de aquicultura. Além disso, houve milhares de focas que se afogaram ao ficarem enredadas em redes de pesca.
As diferentes espécies marinhas influenciam-se umas às outras tanto de forma directa como indirecta. As pessoas com responsabilidade pela sua gestão têm de tomar em conta as referidas interacções. Caso se decida realizar captura num stock, os efeitos desta decisão sobre as outras espécies têm também de ser tidos em consideração. Este é um princípio de aceitação geral, aplicável à gestão de todas as espécies selvagens que não se encontram ameaçadas.
Subsídios devidos a razões ambientaisDurante muito tempo, o mercado de procura de peles de foca era fraco, reduzindo a lucratividade da indústria da caça à foca. No entanto, o preço das peles subiram nos mais recentes anos e a maior parte do rendimento proveniente da caça à foca ainda provém da venda de peles. Há ainda um interesse crescente em outros produtos, tais como a carne, gordura e carcaças, incluindo o óleo de empanque para fins medicinais.A caça à foca na Noruega tem actualmente o apoio do estado. Este facto é necessário para garantir uma saudável regulamentação dos stocks de focas e para manter as aptidões tradicionais de caça, de modo a que as populações de focas possam continuar a ser adequadamente controladas. Ao mesmo tempo, estão a ser empreendidos esforços resolutos para o desenvolvimento de mercados para novos produtos derivados da foca, de modo a que a indústria se possa tornar independente de subsídios.
A Noruega tem uma legislação severa e pormenorizada da caça à foca, incluindo as datas da época de caça à foca, as quotas, os métodos de abate, a formação obrigatória para os caçadores de focas, a aprovação de barcos e a inspecção.De acordo com a legislação, os animais têm de ser mortos o mais rapidamente, de forma humana e não dolorosa que seja possível. Os únicos tipos de equipamento que os caçadores de focas noruegueses têm permissão para utilizar são espingardas e o hakapik (uma espécie de cavilha). As focas adultas são abatidas com espingardas, ao passo que as crias são mortas com espingarda ou com o hakapik. O hakapik pode parecer primitivo, mas na verdade é um instrumento eficaz que atordoa o animal de imediato e o mata com rapidez. A legislação norueguesa não permite a captura de crias em amamentação ou, por outras palavras, crias que não foram abandonadas pelas mães. Os caçadores de focas têm de tirar um curso e fazer um teste de tiro todos os anos antes da época da caça à foca. Todos os barcos de caça à foca transportam um inspector a bordo. Os inspectores são veterinários ou têm formação equivalente, e estão sob alçada directa das autoridades piscatórias.

NOME: foca comumNOME EM INGLES:Harbor SealNOME CIENTÍFICO: Phoca vitulina FILO: Chordata CLASSE: MammaliaORDEM: Pinnipedia FAMÍLIA: PhocidaeCARACTERÍSTICAS: Comprimento: até 1,80 mPESO: Até 100 kg - O leite tem 45% de gordura Alimentação: Camarão para os filhotes, 4,5 kg de peixe por dia para os adultos
A foca comum, também conhecida como foca das portas, costuma ser avistada pelos pescadores de bacalhau até a altura da calota glacial ártica. Ela nunca é encontrada sobre a calota mas flutua em banquisas ao largo da costa da Groelândia. É exímia nadadora e tem a cor cinza-azulada das ondas do mar. A foca alimenta-se de peixe, que gosta de pegar em águas calmas. Prefere as baías de água límpida com alguns rochedos e areia.Reprodução: Os machos se tornam sexualmente maduros quando atingem o peso de 75 kg; as fêmeas amadurecem com aproximadamente 50 kg. Isto acontece entre 3 e 7 anos de idade para machos e a 2 a 6 anos para fêmeas. Enquanto a estação acasalando varia entre a subespécie diferente, geralmente acontece do início ao fim da primavera. Aproximadamente 6 semanas depois que eles dêem à luz ao filhote de foca, as fêmeas entram em cio novametne. O período de gestação dura entre 9 e 11 meses, e normalmente só 1 filhote de foca nasce cada ano. Os filhotes nascem em maio, numa ilha do Ártico. Depois de 5 ou 6 meses de aprendizado, os filhotes já nadam bem o bastante para seguir os adultos ao mar.A colônia vai para o sul, para os locais onde se alimenta no verão e outono. No outono, algumas focas seguem marés altas rio acima, até lagos de água doce. Encontram-se focas ao longo de todas as costas oceâncicas da América do Norte e Eurásia. A maior ameaça à foca comum é a caça aos seus filhotes, cuja pele é muito cobiçada. Muitos esforços estão sendo empreendidos para evitar a sua extinção.

Muitos ainda recordam as inúmeras campanhas nas décadas de 70 e 80 contra a matança das focas bebés à paulada, mas apenas poucos percebem que o número de focas a serem mortas cresce a cada ano que passa. Em 2002, durante a época de caça oficial, foram assassinadas mais de 300.000 espécimes.O Governo Canadiano parece ter declarado guerra a estes animais, e nos próximos 3 anos prevê-se que cerca de 1 milhão de focas sejam brutalmente mortas. Este número leva-nos a crer que estamos perante a maior e mais devastadora caça que alguma vez a história testemunhou.O Governo Canadiano está a servir-se destes animais, numa tentativa descarada de os tornar seus bodes expiatórios, de forma a proteger o seu comércio de pesca. A verdadeira razão para o défice das populações que vivem do comércio do peixe tem mais a ver com o aumento populacional destas, daí ser eticamente errado servir-se da caça às focas para que lhes sejam pagos os subsídios governamentais.Na verdade, reduzir o número destes animais pode empecer a indústria da pesca do bacalhau, uma vez que as focas bebés atacam as espécies que, por sua vez, atacam o bacalhau. A situação não é tão simples, quanto o governo canadense quer fazer parecer, e as focas estão a ser usadas por conveniência política de funcionários pouco visionários.O Governo Canadiano aumentou o número de focas a serem legalmente abatidas nos próximos dois anos para 350.000, e 275.000 no seguinte. Acreditamos que este número não pode ser justificado por estudos científicos, como nos querem fazer crer, e não toma em consideração as mudanças climatéricas que têm efeito na qualidade de vida dos focídeos.No decorrer dos últimos anos, devido a um aumento nas temperaturas sazonais, o gelo no golfo de St. Lawrence e na Terra Nova (as principais áreas de caça) tem derretido antes do previsto. Ora, isto é extremamente importante para os focídeos, pois as focas bebés passam várias semanas no gelo depois de nascerem. Se o gelo derreter, elas vão afogar-se, pois com várias semanas são ainda incapazes de nadar. No ano transacto, este problema foi de tal modo grave, que muitos bebés desta espécie desapareceram. As previsões meteorológicas prevêem que o mesmo irá acontecer este ano!A situação é tão séria, que não podemos simplesmente recostar-nos e assistir o Governo Canadiano a cometer crimes horrendos contra a Natureza.

Em 1983 a União Europeia baniu a importação de produtos oriundos da caça às focas bebés. Consequentemente, em 1987, a “Royal Canadian Comission” recomendou a proibição da matança destes focídeos. Em 1993 as “Marine Mammal Regulations” canadianas (leis que regulam a vida dos mamíferos marinhos) reformaram esta norma, proibindo o comércio de peles brancas ou de peles dos progénitos da raça “blueback” (conhecidas por apresentaram uma mancha azulada no lombo). Mas na realidade estas medidas só alteraram um pouco a situação.Isto significa que agora uma foca nórdica pode ser legalmente morta assim que comece a perder a sua pele branca, o que sucede aproximadamente ao 10º / 12º dia após o seu nascimento, enquanto as de raça “blueback” são assassinadas por volta dos 15 / 16 meses, quando a sua mancha azulada começa a desvanecer.Sendo que os produtos desta caça não estão totalmente proibidos pela lei de interdição de comércio da União Europeia, vários estilistas deste continente continuam a usar a pele de foca na confecção das suas colecções. Para além disso até a carne e o óleo de foca são importados para a Europa.A caça às focas tem sido objecto de uma rigorosa gestão desde os anos 70, mas o número de animais a serem abatidos anualmente é unicamente justificado pelas exigências de mercado, e nunca por evidências científicas. Por isso mesmo, a meados dos anos 90, a matança aumentou consideravelmente, uma vez que os subsídios do governo aos caçadores os encorajava a matar ainda mais focas.A morte destes animais que contam apenas alguns dias de vida é, em si, ofensiva, mas se pensarmos no modo como são caçados, o cenário torna-se ainda mais aterrorizador. Ainda no início da época oficial da caça, que começou no passado dia 15 de Março, muitas focas nórdicas estavam a ser mortas à paulada ou picadas com um gancho. Na altura do degelo elas irão ser abatidas a tiro de carabina.Mas porque a caça às focas é perpetrada por caçadores em traineiras, ou em barcos em movimento, estas focas são mortas (ou fatalmente lesadas), mas nem todas são levadas para exploração, ficando a agoniar até à morte.O número de focas brutalmente mortas por ano é calculado pelas transacções comerciais, o que nos leva a considerar que o número real é bastante maior. Aliás, no passado, o número legal de focas a serem abatidas foi largamente ultrapassado, e os oficiais responsáveis pela regulamentação desta caça preferiram “fechar os olhos”, ao invés de censurar ou até condenar os caçadores.O Governo do Canadá afirma que a caça comercial às focas é levada a cabo segundo princípios de sensibilidade humana e bem regulamentada, mas veterinários independentes discordam. Em 2001 uma equipa observou o trabalho dos caçadores, e analisou as carcaças deixadas no gelo. Concluíram então que 79% destes predadores nem sequer verificavam se o animal estava realmente morto aquando do seu esfolamento. Em 40% dos casos, o animal teve de ser alvejado ou batido uma segunda vez, e espantosamente, 42% destes focídeos estavam conscientes quando esfolados. Apesar destas informações terem chegado ao Governo Canadiano, nenhuma prossecução teve resultado.Entretanto, outros dados vão indignando o resto do mundo, uma vez que todos os produtos derivados da caça às focas têm mais a ver com luxo, do que com necessidade. Na verdade, muitas carcaças são deixadas para trás durante a caça, revelando que o que importa não é a carne destes animais, mas as suas peles, para que sejam vendidas à indústria da moda.Efectivamente, desde há muito tempo, os oficiais do governo canadense tentam estudar novos proveitos para fundamentar esta caça, mas a única parte destes animais que pode ser economicamente profícua é a sua pele. Uma pele que serve apenas a fútil indústria da moda, para que terceiros se possam adornar com uma beleza que não é a sua!

Apenas o uso se reduziu, pois por um período de tempo se tornou politicamente incorreto o uso de filhotes (e muitos filhotes, para confeccionar um casaco de pele). Mas, as grandes griffes estimulam novamente o seu uso. Propagandas de casacos de pele recomeçam (o caso da modelo brasileira Gisele).
Devemos, muitas vezes nos envergonhar de nos considerar seres humanos ( Homo sapiens). Não existe sapiência nenhuma nesse massacre.
Isso é a realidade dos casacos de pele - e são apenas os filhotes!!! Como esse abaixo!!!!!!! Achas justo????????? Desejas um????? Então carregue consigo a morte de mais um mamífero em extinção!!
Isso é o Canadá - grande país!!! Subdesenvolvido ecologicamente, num planeta com grande número de espécies em extinção e quase 10 bilhões de Homo sapiens.

Pela primeira vez desde 2005, Sea Shepherd Conservation Society partirá para o norte ao meio dos blocos de gelo do leste do Canadá para defender as focas bebês das impiedosas pauladas dos canadenses caçadores de focas. O Navio da Sea Shepherd, Farley Mowat, partiu dia 24 de março com uma equipe internacional de voluntários para dentro do amontoado gélido do Golfo de St. Lawrence, atuando mais uma vez como guardiões do mar em defesa dos filhotes de focas harpa.
O Ministro das Pescas do Canadá, Loyola Hearn, fixou a cota de focas a serem mortas este ano em 275 mil, 5 mil a mais do que no ano passado, sem qualquer justificativa científica e sem qualquer justificativa mercantil. Ao anunciar a nova cota, Hearn disse que a matança de focas tem sido aperfeiçoada com novas regras para deixar a caça mais “humana”. As novas regras estão sendo impostas numa tentativa de convencer o Parlamento Europeu a não proibir os produtos feitos com foca na Europa. O Canadá está gastando uma pequena fortuna enviando delegações à Europa para pedirem pelo direito de continuarem massacrando os filhotes de focas. Exigem, as novas regras, que os caçadores de focas cortem as artérias sob as nadadeiras desses animais após terem sido baleados ou abatidos a pauladas.
A Sea Shepherd tem trabalhado para remover o mercado dos produtos feitos com foca assim como tem montado impressionantes confrontos no gelo para, fisicamente, salvar as focas das cruéis pauladas dos caçadores. A caça às focas só sobrevive devido aos subsídios doados pelo governo do Canadá à indústria desse ramo. Isso tem se tornado um sistema próspero e glorificado onde, em troca da matança de focas por algumas semanas, os caçadores podem se habilitar para o seguro-desemprego pelo resto do ano.
“Eles dizem que é parte da cultura deles,” disse Capitão Watson, presidente e fundador da Sea Shepherd, tendo o próprio crescido numa vila de pesca ao Leste de uma província canadense em New Brunswick. “É uma cultura baseada todos os anos na cruel matança a pauladas de focas bebês por algumas semanas, e beberem Canadian Club (whisky) e cervejas no resto do tempo. É uma cultura que qualquer Marítimo com meio cérebro deixou há muitas gerações.”
Além dos perigos do gelo espesso e do clima traiçoeiro, a equipe da Sea Shepherd enfrenta a ameaça de violência dos caçadores e a ameaça de prisão do governo do Canadá, pois, sob as regulamentações da Proteção Canadense Às Focas, é ofensa criminal testemunhar ou documentar a matança sem permissão do governo. Em 2005, 11 membros da Sea Shepherd foram presos depois de terem sido atacados por caçadores no gelo. Apesar de atingidos por pauladas, socos e chutes, nenhum caçador foi preso pela agressão. O ataque foi filmado e os agressores, identificados, e mesmo assim a Polícia Montada Real Canadense afirmou que não houve evidências suficientes para acusar os caçadores. A equipe da Sea Shepherd foi presa e multada por se aproximar cerca de meia milha náutica de uma foca sendo morta.
Capitão Watson tem lutado durante toda a sua vida contra o massacre das focas no Canadá. A caça comercial foi suspensa em 1984 e ressuscitada em 1994.
“Todas as nossas vitórias são, de costume, temporárias,” disse Watson. “Infelizmente nossas derrotas são, de costume, permanentes.”
A Sea Shepherd voltará seus olhos à situação das focas. Para fora das profundezas congelantes da Antártida, e dentro do refrigerador setentrional ao Leste do Canadá, seja salvando baleias, seja salvando focas, o trabalho dos guardiões do mar continua.
AS FOCAS ESTÃO CONTANDO CONOSCO PARA PROTEGÊ-LAS
A Sea Shepherd Brasil é uma ONG sem fins lucrativos que luta pela preservação da vida marinha em todo o país. Filie-se a nós. Visite nosso site e colabore:

http://www.seashepherd.org.br/

No norte da Alemanha, os ambientalistas estão comemorando um novo baby-boom. Desde novembro passado, 55 novas focas cinzas nasceram nas praias de Helgoland - ilha no Mar do Norte que é um paraíso para a vida selvagem da região. A novidade confirma que as focas cinzas estão de volta ao pedaço. Em apenas dois anos, o número de bebês dobrou. O novo baby-boom pode ser explicado por uma legislação ambiental rigorosa – adotada pela Alemanha nos anos 70 – que passou a proteger essas espécies. Desde 1974, por exemplo, está proibida a caça de qualquer espécie de foca na Alemanha. Foi preciso, no entanto, esperar dez anos para festejar a chegada das primeiras focas cinzas adultas com coragem de botar o nariz novamente na ilha de Helgoland. E mais uns cinco anos até ver o primeiro bebê dar o ar de sua graça.
“Leva tempo até que uma espécie consiga retornar”, explica a bióloga Tanja Rosenberger, chefe da Seehundstation Friedrichskoog – uma das duas estações de reprodução e pesquisa que ajudam a preservar a espécie na Alemanha. Segundo Tanja, o número de bebês vem crescendo nos últimos anos porque mais e mais fêmeas que nasceram em Helgoland estão se tornando adultas e voltando para dar à luz em suas praias. As fêmeas podem ser mães a partir dos três ou quatro anos de vida. Já os machos, só a partir dos oito ou dez anos. Pelas estimativas de Rolf Blädel, um dos responsáveis pela proteção ambiental em Helgoland, nas próximas duas ou três fornadas, deverá nascer uma centena de foquinhas. Blädel explica que, desde 1981, as águas até três milhas náuticas ao redor de Helgoland têm status de Parque Nacional – chamado de Naturschutzgebiet Helgoländer Felssockel. “Qualquer um que seja pego desafiando a lei dentro dos limites do parque é obrigado a pagar multas pesadíssimas, que podem chegar a 10 mil euros”, estima Blädel. Vigilante ambiental do parque desde 1989, Blädel zela, ao lado do colega Dieter Siemens, para que as focas estejam sempre sãs e salvas – e reproduzindo em paz. Os dois patrulham as praias da região em longas caminhadas, sem se importar com as condições climáticas da ilha – nem sempre favoráveis ao homem. Foi assim que Blädel viu o nascimento de Emma, a primeira foquinha cinza a sobreviver da leva de novos partos: “Os primeiros nascimentos aconteceram em outubro de 2007, mas as foquinhas não sobreviveram porque nasceram prematuras. No dia 12 de novembro, Emma veio ao mundo. Pesava quase dez quilos, e eu a deixei ‘voar’ ao continente. Ela foi para a estação de focas de Frikedrichskoog e sobreviveu”. Com a ajuda do leite materno, que apresenta mais de 60% de gordura, os bebês ganham cerca de dois quilos por dia. Depois de três a quatro semanas de vida, já perderam a pele branca e são desmamados – precisam descobrir como prosseguir sozinhos. Uma fêmea adulta pesa até 180 quilos, um macho até 220. O que corresponde a uma fome de peso. A boa qualidade da água de Helgoland e a sua abundância em peixes ajudam a garantir uma alimentação farta. “Um adulto da espécie precisa de dez quilos de peixe por dia para ficar satisfeito”, diz Blädel. O vigilante conhece bem a região. De 1979 até 2006 atuou como chefe da polícia náutica que patrulhava as águas ao redor da ilha. “Na costa da Alemanha, há barcos da alfândega e de controle da pesca ilegal. Todos estão à procura de pescadores e dessa forma ostensiva conseguem mantê-los longe de toda a área”, explica. Navegar dentro dos limites do parque nacional só é permitido aos que vivem em Helgoland – e é obrigatório que o barco seja licenciado no próprio porto local. Bem em frente da ilha, a apenas cinco minutos de barco, ficam as praias de Dune – ilhota disputada não só pelas focas cinzas, mas também por leões-marinho e por inúmeras espécies de pássaros. A bióloga Tanja conta que Dune se tornou especialmente atraente nos últimos anos por conta das condições desfavoráveis perto da ilha de Sylt (no estado de Schlewig-Holstein), onde as focas também gostam de dar à luz. “Tivemos várias tempestades na região, então as fêmeas procuraram lugares melhores, como as praias de Dune”. Nas colônias nas praias do Mar do Norte e no Mar Báltico, as focas cinzas coexistem pacificamente com as focas ‘harbor’ – a outra espécie da Alemanha. Maiores predadores do país, as focas cinzas não têm nenhum inimigo natural. Apenas o homem, como lembra a bióloga: “Há dois mil anos, o maior problema para as focas cinzas era a caça. E esse continua a ser um problema no Mar Báltico até hoje”. Depois de permanecerem por séculos longe das praias continentais da Europa – além do perigo da caça, havia a ameaça dos pescadores, que as consideravam concorrentes na busca dos peixes mais procurados – as focas encontram agora um porto seguro em Helgoland. Mesma sorte não têm as que freqüentam as águas mais ao norte. Segundo Rolf Blädel, na Escandinávia elas ainda são caçadas para serem dadas como alimento aos cães que puxam trenós. “Na Alemanha, nossos pescadores precisam – alguns ainda rangendo os dentes – aceitar e conviver com elas.”, diz o vigilante.

Um grupo de manifestantes convocaram um boicote à caça às focas no Canadá, que já é habitual nesta época no ano. As imagens são chocantes e levam a fortes protestos. Os caçadores que participam nesta temporada de caça defendem uma tradição que já existe há 150 anos. Um grupo de manifestantes convocaram um boicote à caça às focas no Canadá, que já é habitual nesta época no ano. As imagens são chocantes e levam a fortes protestos. Os caçadores que participam nesta temporada de caça defendem uma tradição que já existe há 150 anos. Este ano os adversários da caça a estes animais estão a fazer uma pressão ainda maior sobre o governo do Canadá, através da convocação de um boicote, por parte da Sociedade Humanitária Americana, aos produtos da indústria pesqueira canadense, que move biliões de dólares. O Fundo Internacional para o Bem-Estar dos Animais (Ifaw, na sigla em inglês), está também a enviar observadores para os locais onde a caça vai decorrer até final do mês de Maio. O Ifaw em conjunto com outros grupos estão determinados em documentar o que se chama "maior massacre comercial de mamíferos marinhos do mundo". Phyllis Campbell-McRae, directora do Ifaw, disse que a caça é bárbara e cruel, acrescentando que "autópsias e relatos de veterinários mostram que muitos desses animais ainda estão vivos quanto têm a pele retirada". O coordenador governamental da temporada de caça, Roger Simon, insiste que actualmente a caça é "humana" e cita um estudo da Associação de Veterinários Canadenses que diz que há um "sofrimento mínimo" para os animais. Durante as manifestações contra a caça destes animais marinhos ocorreram já confrontos entre os manifestantes e os caçadores, levando à prisão de alguns activistas.


A cena é chocante. O caçador se aproxima de sua presa, um bebe foca com menos de três meses e com um porrete bate na nuca do animal. O filhote sem poder se defender, por que ainda não sabe nadar e é muito lento no gelo, agoniza enquanto o homem com a ajuda de um facão retira a parte mais valiosa do animal, a lanugem, pele grossa e felpuda dessa fase da infância, e isso acontece muitas vezes com o animal ainda vivo.O governo canadense alega razões econômicas e ecológicas para o massacre, informando que a super população desses animais no Atlântico Norte, estimada em cinco milhões, estaria reduzindo o estoque de bacalhau, onde a foca é seu maior predador.Contudo, esquece de mencionar que o aumento desordenado da indústria pesqueira na região também é responsável pela diminuição do pescado.
A União Europeia (UE) decidirá até o final deste mês, se proibirão a importação de peles de focas, o que poderia destruir a caça comercial canadense.Tentando conter a fúria dos ecologistas, o Canadá anunciou que estabelecerá novas medidas para que a caça de focas seja menos cruel e evitar que os países europeus imponham o embargo à importação de peles desses animais. Neste ano, será permitido o abate de 270 mil focas, das quais cinco mil serão destinadas aos caçadores indígenas.Conforme informação do Ministério da Pesca canadense, foram adotadas medidas para garantir que a caça seja realizada de “forma humana”, em conformidade com recomendações do “Grupo Independente de Trabalho de Veterinários”. As novas normas obrigarão os caçadores a cortar as artérias dos animais para assegurar que eles morram de forma rápida e reduzir, assim, seu sofrimento.O Governo Canadense alega que 98% das mortes são sem crueldade, enquanto que organizações de direitos de defesa dos animais, como a
IFAW (International Fund for Animal Welfare) estimem que 40% estariam conscientes quando despelados.
A
Greenspirit e a Respect for Animals também atuam em defesa das focas.
Porque tem que ser assim?
O animal selvagem sou eu, mas a bestialidade é do Homem.
Vi no
Globonews.

A caça à foca canadense é o maior massacre de mamíferos marinhos da terra. Mais de um milhão de filhotes foram mortos por causa da sua pelagem nos últimos quatro anos. Você pode ajudar a acabar com essa atrocidade.

O Ministério do Meio Ambiente da Dinamarca informou no sábado (23) que detectou um foco da chamada "peste das focas" na ilha de Anholt e alertou para uma possível propagação da doença, à semelhança do que ocorreu em 2002, quando 30% da população desse mamífero morreu."A peste das focas, que pode se propagar em águas dinamarquesas, assim como em outros países do norte da Europa, pode causar a morte de milhares de focas", advertiu o Ministério do Meio Ambiente.A "peste das focas" foi detectada na reserva da ilha de Anholt, na fronteira da Dinamarca e Suécia. No mesmo lugar houve registro de duas epidemias, em 1988 e 2002, que provocaram, respectivamente, a redução de 60% e 30% da população desses mamíferos no país, e que invadiram os países vizinhos."Em tempos normais, descobrimos dezenas de focas mortas durante todo o ano. Desde terça-feira, já contamos 41 mortes", afirmou Morten Abildstroem, da Divisão Dinamarquesa de Bosques e Natureza, em Anholt.O órgão teme que os cadáveres das focas apareçam nas praias dinamarquesas nos próximos meses. A "peste das focas" não é contagiosa para os seres humanos, mas pode ser transmitida para os cães.O vírus da peste, chamado PDV - Phocine Distemper Virus, provoca infecções pulmonares mortais que não podem ser evitadas.

Abaixo-assinado contra o massacre de focas no Canadá - Todos os anos centenas de bebês focas são mortos a paulada no Canadá e em diversos outros países, para terem sua pele usada na fabricação de casacos. A Fundação Brigitte Bardot vem lutando há décadas contra essa atrocidade.
Contra o comércio de peles. - Petition against selling of true fur in fashion catalog.
Mande faxes contra o comércio de pele de cães e gatos - Para ler investigação feita pela Humane Society of the United States em Português clique aqui
Contra a fábrica de casacos de pele Burlington - Que vende casacos com detalhes em pele de cães da Mongólia
Contra a venda de casacos de pele - Considerando que existem tanatas alternativas sintéticas, criar animais em espaços minúsculos, privá-los de movimento e Sol e depois matá-los por asfixia ou eletrocução é inadmissível.

Pela proibição da venda de peles
Pelo fim da importação de pele - Já que a maioria vem da Ásia e trata-se pele de cães e gatos.

Sea Shepherd partirá para o norte ao meio dos blocos de gelo do leste do Canadá para defender as focas bebês dos canadenses caçadores de focas. Isso porque o Ministro das Pescas do Canadá, Loyola Hearn, fixou a cota de focas a serem mortas este ano em 275 mil, 5 mil a mais do que no ano passado, sem qualquer justificativa científica e sem qualquer justificativa mercantil. Ao anunciar a nova cota, Hearn disse que a matança de focas tem sido aperfeiçoada com novas regras para deixar a caça mais “humana”. As novas regras estão sendo impostas numa tentativa de convencer o Parlamento Europeu a não proibir os produtos feitos com foca na Europa. O Canadá está gastando uma pequena fortuna enviando delegações à Europa para pedirem pelo direito de continuarem massacrando os filhotes de focas. Várias entidades têm trabalhado para remover o mercado dos produtos feitos com foca assim como tem montado impressionantes confrontos no gelo para, fisicamente, salvar as focas dos caçadores. A caça às focas só sobrevive devido aos subsídios doados pelo governo do Canadá à indústria desse ramo. (com informações Sea Shepherd)

Beijos para todos;)

Golfinho

Golfinhos


Com o seu corpo muscoloso coberto de uma pele reluzente e suave como a seda,o golfinho atravessa as ondas como um torpedo.É onde ele gosta de brincar.Vive em liberdade e não tem muitos inimigos a ameaçá-lo.


No fundo do oceano reina a escuridão.Para orientar-se e para detectar as suas presas e os eus inimigos,o golfinho emite sons enquanto nada.Estes sons criam umas ondas que chocam contra os obstáculos e regressam até onde o golfinho está trasendo informação,como se tratasse de um eco.


O golfinho tem um grande apetite:


-come de 6 a 10 kg por dia


No mar,os golfinhos caçam em grupo e desorientam as suas presas com sons agudos,que as aterrorizam e atordoam.


Durante a adolescência,entre os 4 e os 11 anos,os golfinhos brincam em redor dos adultos,inventando uma quantidade de jogos.


O golfinho não é um peixe,mas um mamífero e tem de subir à superfície para respirar de vez em quando.Graças aos seus enormes pulmões,que podem armazenar 40 vezes mais ar que os do homem,é capaz de permanecer 15 minutos debaixo de água sem ter de sair para respirar.


Os golfinhos ou delfins são animais mamíferos cetáceos pertencentes à família Delphinidae. São perfeitamente adaptados para viver no seu habitat aquático, existem 37 espécies conhecidas de golfinhos, dentre os de água salgada eágua doce. A espécie mais comum é a Delphinus Delphins.
São nadadores privilegiados, às vezes, saltam até cinco metros acima da água, podem nadar a uma velocidade de até 40 km/h e mergulhar a grandes profundidades. Sua alimentação consiste basicamente de peixes e lulas. Podem viver de 25 a 30 anos e dão à luz a um filhote de cada vez. Vivem em grupos, são animais sociáveis, tanto entre eles, como com outros animais e humanos.
Sua excelente inteligência é motivo de muitos estudos por parte dos cientistas. Em cativeiro é possível treiná-los para executarem grande variedade de tarefas, algumas de grande complexidade. São extremamente brincalhões, pois nenhum animal, exceto o homem, tem uma variedade tão grande de comportamentos que não estejam diretamente ligados às atividades biológicas básicas, como alimentação e reprodução. Possuem o extraordinário sentido de biosonar ou ainda orientação por ecos, que utilizam para nadar por entre obstáculos ou para caçar suas presas.


Habitat

O habitat de 33 espécies de golfinho é na água salgada, perto da costa ou no mar aberto. Porém 5 espécies vivem em rios e lagos, como o Boto da Amazónia. Alguns, de água doce, vivem no encontro da água doce com a salgada.


Predadores


Os predadores dos golfinhos são os tubarões, as orcas e o ser humano. Os pescadores de atuns, costumam procurar por golfinhos, que também os caçam, ocasião em que ocorre um mutualismo. O golfinho encontra o cardume e os pescadores jogam as redes aprisionando os peixes e deixam os golfinhos se alimentarem para depois puxarem as redes. Desse modo, ambas as espécies se beneficiam do alimento. Porém muitas vezes os golfinhos acabam se enroscando nas redes, podendo morrer.


Alimentação


Os golfinhos são caçadores e alimentam-se principalmente de peixes e lulas, mas alguns preferem muluscos e camarão. Muitos deles caçam em grupo e procuram os grandes cardumes de peixes. Cada espécie de peixe tem um ciclo anual de movimentos, e os golfinhos acompanham esses cardumes e por vezes parecem saber onde interceptá-los, provavelmente conseguem estas informações pela excreções químicas dos peixes, presentes na urina e as fezes.


Ecolocalização


O golfinho possui o extraordinário sentido da ecolocalização, trata-se de um sistema acústico que lhe permite obter informações sobre outros animais e o ambiente, pois consegue produzir sons de alta freqüência ou ultra-sónicos, na faixa de 150 kHz, sob a forma de “clicks” ou estalidos. Esses sons são gerados pelo ar inspirado e expirado através de um órgão existente no alto da cabeça, os sacos nasais ou aéreos. Os sons provavelmente são controlados, amplificados e enviados à frente através de uma ampola cheia de óleo situada na nuca ou testa, o Melão, que dirige as ondas sonoras em feixe à frente, para o ambiente aquático. Esse ambiente favorece muito esse sentido, pois o som se propaga na água cinco vezes mais rápido do que no ar. A freqüência desses estalidos é mais alta que a dos sons usados para comunicações e é diferente para cada espécie.
Quando o som atinge um objeto ou presa, parte é refletida de volta na forma de eco e é captado por um grande órgão adiposo ou tecido especial no seu maxilar inferior ou mandíbula, sendo os sons transmitidos ao ouvido interno ou médio e daí para o cérebro. Grande parte do cérebro está envolvida no processamento e na interpretação dessas informações acústicas geradas pela ecolocalização.
Assim que o eco é recebido, o golfinho gera outro estalido. Quanto mais perto está do objeto que examina, mais rápido é o eco e com mais freqüência os estalidos são emitidos. O lapso temporal entre os estalidos permite ao golfinho identificar a distância que o separa do objeto ou presa em movimento. Pela continuidade deste processo, o golfinho consegue segui-los, sendo capaz de o fazer num ambiente com ruídos, de assobiar e ecoar ao mesmo tempo e pode ecoar diferentes objetos simultaneamente.
A ecolocalização dos golfinhos, além de permitir saber a distancia do objeto e se o mesmo está em movimento ou não, permite saber a textura, a densidade e o tamanho do objeto ou presa. Esses fatores tornam a ecolocalização do golfinho muito superior a qualquer sonar eletrônico inventado pelo ser humano.A temperatura dele varia com a da água 28 a 30°C.


O Golfinho-cabeça-de-melão (Peponocephala electra) é um mamífero cetáceo, da família dos delfinídeos, que é encontrado em águas tropicais e subtropicais de todo o mundo. Essa espécie possui focinho arredondado, sem bico definido e corpo negro com manchas no ventre e ao redor da boca.


Golfinho-comum-de-bico-curto (Delphinus delphis) é um mamífero cetáceo da família Delphinidae.


O golfinho-do-ganges é uma espécie de golfinho de água-doce encontrado no subcontinente indiano. Conta com duas subespécies, uma habitando as águas do rio Ganges na Índia e outra no rio Indo, no Paquistão.


Orcaella heinsohni é uma espécie de golfinho australino descoberta em 2005. Possui três cores, o que o diferencia da espécie Orcaella brevirostris, seu parente mais próximo.

Golfinho morre após colidir com outro golfinho

Uma investigação estava a decorrer ontem num parque temático na Florida depois de um golfinho em cativeiro ter morrido quando fazia uma acrobacia aérea.Sharky, de 30 anos, sofreu um traumatismo craniano quando chocou com um golfinho mais novo enquanto saltavam em frente a visitantes no Discovery Cove, em Orlando. Ela morreu pouco depois.É extremamente triste e infeliz e, apesar disto ter sido um incidente único, é algo que levamos muito a sério. Nós estamos a rever a situação para nos assegurarmos que isto não pode acontecer outra vez.Sharky e outro golfinho, Tyler um macho de 13 anos, estavam a fazer acrobacias - que os proprietários do parque se referem como “comportamentos aéreos” – em cima de água funda. Um deles calculou mal o salto durante a rotina, que eles faziam juntos centenas de vezes.Os treinadores nadaram para Sharky e trouxeram-na para águas pouco fundas. Tyler não estava gravemente ferido e já esteve sob supervisão de veterinários.





Os golfinhos ou delfins são animais mamíferos cetáceos pertencentes à família Delphinidae. São perfeitamente adaptados para viver no ambiente aquático, existem 37 espécies conhecidas de golfinhos, dentre os de água salgada e água doce. A espécie mais comum é a Delphinus delphis.São nadadores privilegiados, às vezes, saltam até cinco metros acima da água, podem nadar a uma velocidade de até 40 km/h e mergulhar a grandes profundidades. Sua alimentação consiste basicamente de peixes e lulas. Podem viver de 25 a 30 anos e dão à luz a um filhote de cada vez. Vivem em grupos, são animais sociáveis, tanto entre eles, como com outros animais e os seres humanos.Sua excelente inteligência é motivo de muitos estudos por parte dos cientistas. Em cativeiro é possível treiná-los para executarem grande variedade de tarefas, algumas de grande complexidade. São extremamente brincalhões, pois nenhum animal, exceto o homem, tem uma variedade tão grande de comportamentos que não estejam diretamente ligados às atividades biológicas básicas, como alimentação e reprodução. Possuem o extraordinário sentido de ecolocalização ou biosonar ou ainda orientação por ecos, que utilizam para nadar por entre obstáculos ou para caçar suas presas.





Acerca de 50 milhões de anos num povoado por florestas tropicais, pântanos e mares em formaçao viveram os primeiros animais mais proximos dos cetáceos de que há conhecimento. Esta espécie começou a explorar a vida mariunha à procura de novos alimentos, e uma nova forma de vida que lhes proporcionavanão só novos alimentos mas também a adptação do seu habitat. O processo de deslocação de meio terrestre para meio aquatico, exigiu um elevado grau de adaptação da especie. Implicou o desenvolvimento de um novo meio de locomução e altertações fisiologicas. os animais tiveram de desenvolver e aperfeiçoar os seus métudos de detecção e captura de presos, e meios mais esta teoria é fundamentada nos registos fósseis nas semelhanças de composição sanguínea, cromossomas, morfologia uterina, e a microestrutura dos dentes.


Os Golfinhos comunicam entre si através de sons (em frequências fora do alcance do ouvido humano) e escutam o eco resultante reflectido pelos objectos. A localização de um objecto pode ser estabelecida pela diferença de tempo entre o som emitido e o seu retorno (eco).
Alguns autores, convencidos da grande inteligência destes cetáceos, afirmam que eles possuem uma verdadeira e elaborada linguagem, tão elevada como a humana mas também muito diferente desta pois, não é constituída por vocalização, mas sim por modulação de frequência. Essa linguagem é constituída por assobios que é dez vezes mais rápida que a nossa fala e dez vezes mais alta em frequência.Os golfinhos em cativeiro rapidamente se apercebem que a sua frequência é demasiado elevada para que os ouvidos humanos a possam captar. Por isso, eles baixam-na para níveis que os humanos possam perceber. Para além disto, também se apercebem que não os conseguimos ouvir debaixo de água pelo que, quando querem ser ouvidos, elevam os seus orifícios de respiração para fora de água.Os golfinhos possuem uma grande inteligência, provavelmente maior do que a dos Antropóides mais evoluídos. A inteligência dos golfinhos adapta-se às suas necessidades tal como a inteligência humana se adapta às nossas. Estes animais apresentam um grande desenvolvimento psíquico e, a observação de um encéfalo de golfinho leva qualquer neurologista a concordar com este facto. O cérebro dos golfinhos supera o humano em muitos aspectos. A complexidade do córtex cerebral é enorme. O número de circunvoluções cerebrais é, no mínimo, duplo do do cérebro humano e o número de neurónios do córtex é 50% maior que o do homem. O cérebro do humano adulto pesa cerca de 1450 gramas e, o do golfinho, cerca de 1700 gramas.


O habitat de 33 espécies de golfinho é na água salgada, perto da costa ou no mar aberto. Porém 5 espécies vivem em rios e lagos, como o Boto da Amazônia. Alguns, de água doce, vivem no encontro da água doce com a salgada.


Os predadores dos golfinhos são os tubarões e o ser humano. Os pescadores de atuns, costumam procurar por golfinhos, que também os caçam, ocasião em que ocorre um mutualismo. O golfinho encontra o cardume e os pescadores jogam as redes aprisionando os peixes e deixam os golfinhos se alimentarem para depois puxarem as redes. Desse modo, ambas as espécies se beneficiam do alimento. Porém muitas vezes os golfinhos acabam se enroscando nas redes, podendo morrer.


Géneros e espécies


Golfinho-de-Commerson, Cephalorhynchus commersonii Golfinho-chileno, Cephalorhynchus eutropia Golfinho-de-Heaviside, Cephalorhynchus heavisidii Golfinho-de-Hector, Cephalorhynchus hectori Steno Golfinho-de-dentes-rugosos, Steno bredanensi Sousa Golfinho-corcunda-do-Atlântico, Sousa teuszii Golfinho-corcunda-do-Índico, Sousa plumbea Golfinho-corcunda-do-Indopacífico, Sousa chinensis Sotalia Boto-cinza, Sotalia fluviatilis Tursiops Gofinho-roaz, Tursiops truncatus Golfinho-flíper-comum, Tursiops aduncus Stenella Golfinho-pintado-pantropical, Stenella attenuata Golfinho-pintado-do-atlântico, Stenella frontalis Golfinho-rotador, Stenella longirostris Golfinho-clímene, Stenella clymene Golfinho-listrado, Stenella coeruleoalba Delphinus Delfim-comum, Delphinus delphis Golfinho-comum-de-bico-longo, Delphinus capensis Golfinho-comum-de-bico-muito-longo, Delphinus tropicalis.


Os golfinhos são caçadores e alimentam-se principalmente de peixes e lulas, mas alguns preferem moluscos e camarão. Muitos deles caçam em grupo e procuram os grandes cardumes de peixes. Cada espécie de peixe tem um ciclo anual de movimentos, e os golfinhos acompanham esses cardumes e por vezes parecem saber onde interceptá-los, provavelmente conseguem estas informações pela excreções químicas dos peixes, presentes na urina e as fezes.


Cuidado com as piscinas
Nós os Golfinhos temos um comunicado a fazer-vos: Quem tem piscinas e também filhos tem de ter muito cuidado porque muitas crianças pequenas morrem porque acabam por se afogarem nelas! Como vemos todos os dias nas notícias que crianças morrem porque vão para as piscinas sozinhas sem que os pais se apercebam. Mesmo que em vossas casas não haja nenhuma piscina, têm de ter cuidado porque às vezes podem ir a casa de outras pessoas ou até mesmo nas piscinas municipais! Só estamos a dizer estas coisas porque nós não queremos que morra mais nenhuma criança por causa das piscinas. Já viram o que é perder um filho tão querido para vocês?
Por isso façam o possível e o impossível para que os vossos filhos não se aproximem de nenhuma piscina sem a vossa presença!



Proteger os golfinhos do Rio Sado



No Dia Nacional da Conservação da Natureza (28 de Julho) e no Ano do Golfinho, a Quercos e o Projecto Delfin alertam para para o perigo de extinção dos golfinhos-roazes do Sado.



Ordem: CETACEA Família: Delphinidae Distribuição e Habitat : Encontram-se em todos os oceanos, excepto nas águas frias dos pólos. Existem, ainda, nos mares Negro, Vermelho e Mediterrâneo, bem como nos golfos do México e da Califórnia. Fora das águas tropicais são encontrados principalmente em habitats costeiros, desde costas expostas com forte rebentação a lagunas, grandes estuários e mesmo secções relativamente baixas de rios. São os mais conhecidos e estudados dos cetáceos, graças à sua fácil adaptação à vida em delfinários e à sua distribuição cosmopolita.



O Homem sente uma enorme atracção pelos golfinhos. A sua graciosidade fascina-o. É uma visão mágica um grupo de golfinhos divertidos a saltar fora da água ou a nadar, sem esforço, à proa de um barco, aproveitando o impulso do seu avanço.



Esta espécie não pode sobreviver fora de água. Semelhantes aos peixes pela morfologia e perfeita adaptação ao meio aquático, os cetáceos são no entanto mamíferos, com pulmões e temperatura constante, que dão origem a indivíduos desenvolvidos, os quais amamentam. Os cetáceos formam uma ordem dividida em duas subordens: de um lado cetáceos com dentes (odontocetos) e de outro lado as dez espécies de baleias sem dentes (misticetos). Todos têm a particularidade de não possuírem membros superiores visíveis, enquanto os membros anteriores estão transformados em barbatanas. A cauda é possante e constitui o principal órgão de locomoção. As vias digestivas e respiratórias estão isoladas umas das outras, o que lhe permite engolir as presas debaixo de água. Os cetáceos respiram por pulmões, o que não os impede de permanecer submersos longo tempo, mesmo a grande profundidade (mais de uma hora e até três mil metros no caso do cachalote!). Ao voltar à superfície, expelem o ar pelo espiráculo, num jacto visível à distância. O sentido do olfacto encontra-se atrofiado nas baleias e ausente nos golfinhos. Se a visão é fraca, a audição é muito apurada nestes animais, que utilizam a ecolocalização (emissão de ultra-sons e recolha do eco) para se deslocarem d caçarem . Os cetáceos sem dentes agrupam um grande número de baleias, entre as quais a baleia-azul, o maior dos cetáceos.



Estar dentro de água em contacto com golfinhos, no seu ambiente natural, é uma experiência marcante. Ao observar os bailados e ouvir os seus sons, apercebemo-nos melhor da beleza e inteligência destes animais. De facto, cada vez recebemos mais pessoas para nadar com golfinhos. Esta actividade tem, contudo, as suas condicionantes. Para nadarmos com golfinhos temos que ter condições óptimas do estado do mar, temos também que esperar que os vigias nos digam se há golfinhos e, mais importante, temos que esperar que este animais nos deixem aproximar. Lembramos que são animais selvagens no seu habitat natural.



Designação atribuída a um grande número de espécies de mamíferos aquáticos, de grande inteligência, a qual está representada por 32 espécies, da superfamília Delphinoidea, que também inclui os botos (pertencentes à família Phocoenidae). A maioria habita águas tropicais e temperadas, havendo algumas espécies de água doce em rios da Ásia, África e América do Sul, sendo as espécies de golfinhos-de-rio classificadas numa superfamília distinta, Platanistoidea. A designação «golfinho» é geralmente aplicada às espécies com um focinho alongado, em forma de bico, e corpo elegante, enquanto que o nome «boto» é reservado para as espécies de menor tamanho, com um focinho arredondado, sem bico e um corpo menos elegante.O golfinho-Comum tem um comprimento que atinge 2,5 m, sendo escuro na parte dorsal e claro na parte ventral, com listas de coloração cinzenta, branca e amarela nos flancos. Apresenta cerca de 100 dentes nas maxilas, o que leva a que o bico, de cerca de 15 cm de comprimento, se prolongue a partir da cabeça arredondada. Os cantos da boca estão curvados para cima, o que dá a aparência de um sorriso permanente, apesar de, na realidade, estes animais não serem capazes de sorrir. Os golfinhos alimentam-se de peixe e de cefalópodes. O Esqueleto: O esqueleto dos mamíferos tem sofrido diversas modificações ao longo dos tempos. Os membros anteriores modificaram-se e tornaram-se em barbatanas e os ossos dos membros posteriores desapareceram por completo. Permanece ainda uma zona pélvica, como um mero vestígio da musculatura ventral. A maior parte das costelas dos Golfinhos não estão ligadas ao externo; e as que se encontram ligadas, estão juntas, permitindo que a caixa torácica se esmague a altas pressões sem provocar danos. O crânio é lançado para a frente e alinha com a coluna vertebral e a coluna cervical, que na maior parte das espécies está fundida uma na outra. A Cabeça: A face dos Golfinhos pode ser considerada deveras inexpressiva. Os olhos podem alargar-se e escurecer com a excitação, ou estreitar abruptamente com a raiva, mas o perpétuo sorriso característico na maior parte das espécies de Golfinhos nada nos diz acerca do estado emocional. Alguns Golfinhos têm aquilo a que chamamos de "bico de ave" .Outras espécies não possuem nada na cabeça. Não existe ouvido externo, apenas uma pequena abertura de cada lado da cabeça, que não aparenta ser usado para audição. Em frente encontram-se os olhos, cuja função é independente um do outro. Na maior parte das espécies, os maxilares são direitos, alongados e estreitos. Na parte posterior do maxilar superior, situa-se uma área de tecido gorduroso conhecida por "Melão". O cérebro fica mesmo na parte de trás do crânio. Muitas espécies de Golfinhos têm um grande número de dentes, alguns mais de 200. Ao contrário dos outros mamíferos, os machos com dentes, não possuem dentes de leite, mas desenvolvem um único conjunto de dentes que jamais será substituído. Situado no topo da cabeça, por detrás do melão, encontra-se um orifício de respiração. Em todas as espécies, este orifício está sempre fechado e só pode ser aberto por acção muscular. Existem duas passagens nasais no crânio, que se junta a um único tubo que se une ao fim da traqueia. O facto de a traqueia e o esófago do animal estarem completamente separados, permite ao animal alimentar-se debaixo de água sem se afogar. A Pele: A pele de um Golfinhos é lisa e suave. Está constantemente a ser substituída. Para além disso é extremamente sensível ao tacto e cicatriza com muita facilidade. Órgãos Genitais: Nos machos, a abertura genital é em frente do anûs. O longo pénis, que normalmente se encontra completamente dentro do corpo, está quase sempre retraído e emerge apenas quando o Golfinhos tem uma erecção. O par de testículos, encontra-se escondido dentro da cavidade abdominal, perto dos rins. Nas fêmeas, a abertura genital também se encontra na barriga, onde se localizam os órgãos genitais e urinários. As duas glândulas mamárias estão dos dois lados da abertura genital e os mamilos encontram-se retraídos. Contudo estes estendem-se durante a amamentação, pois o bebé Golfinho não consegue modificar o formato da boca de forma a "sugar" o leite, tendo por isso de formar uma passagem entre a língua e a boca, na qual recolhe o leite da mãe. Os Rins: Os rins são grandes, e consistem de muitos lombos interligados e "empacotados". O mesmo tipo de rins pode ser encontrado nas focas e ursos, por isso não podemos avaliar o valor de adaptação para a vida na água. Os rins dos Golfinhos contêm também estruturas especiais que ajudam na filtragem enquanto mergulham. As Barbatanas: Muitos Golfinhos possuem uma barbatana dorsal, em que o tamanho varia de espécie para espécie. É desconhecido o motivo que levou ao desenvolvimento desta barbatana. O Golfinho possui também uma cauda ou 2 barbatanas posteriores. São achatadas e horizontais e consistem de tendões e fibras sem ossos. A função destas barbatanas é servirem de pás para impulsionar o movimento do Golfinhos. A Circulação Sanguínea: Existem diversas partes notáveis no sistema circulatório dos Golfinhos. Uma delas é a extraordinária rede de vasos sanguíneos. Pensa-se que esta rede fabulosa tem como função proteger os órgãos vitais dos efeitos da pressão da água e aprisionar qualquer bolha de hidrogénio que se possa formar na ascensão do Golfinhos de zonas de altas pressões.O cérebro recebe constantemente sangue, mesmo durante mergulhos profundos.



Após a renovação da Baía dos Golfinhos no Jardim Zoológico, os golfinhos (Soda, Kobie e Vicky) e os leões-marinhos voltam a brilhar, trazendo alegria e sorrisos a um dos melhores Delfinários da Europa. Agora e todos os dias, os visitantes do Jardim podem assistir às apresentações dos golfinhos e dos leões-marinhos às 11h, 15h e 17h, num cenário novo e mais natural.Após a renovação da Baía dos Golfinhos no Jardim Zoológico, os golfinhos (Soda, Kobie e Vicky) e os leões-marinhos voltam a brilhar, trazendo alegria e sorrisos a um dos melhores Delfinários da Europa. Agora e todos os dias, os visitantes do Jardim podem assistir às apresentações dos golfinhos e dos leões-marinhos às 11h, 15h e 17h, num cenário novo e mais natural. A Baía dos Golfinhos está recheada de novas histórias para os mais pequenos, com leões-marinhos levam-los de volta ao tempo dos “Piratas e Corsários” para conhecer o temível Capitão Guincho e a sua fiel perseguidora Juanita. Na apresentação dos golfinhos, há novos comportamentos e a harmonia existente entre estes animais e os seus treinadores. O público mais jovem tem, ainda, a possibilidade de conhecer mais de perto as fêmeas Soda, Kobie e Vicky. Nos meses de Agosto, Setembro e Outubro, a Baía terá ainda mais animação com a participação do “Avô Cantigas”, que canta músicas inéditas, dedicadas aos vários animais que habitam no Jardim Zoológico. Esta animação extra está incluída no bilhete único do Zoo e terá lugar nos seguintes dias e horários: 11 de Agosto às 15h; 15 de Agosto às 15h; 22 de Agosto às 15h; 1 de Setembro às 15h; 9 de Setembro às 11h; 26 de Setembro às 15h; e 5 de Outubro às 15h.



As primeiras imagens no Mundo sobre o crescimento de dois golfinhos bebés no ventre materno foram captadas este ano em Portugal, no Zoomarine do Algarve, e passam no próximo domingo no canal da National Geographic. À semelhança do documentário "Vida no Ventre" de Maio de 2005, que revelava imagens inéditas do crescimento do embrião e feto humano no útero da mãe, o canal televisivo National Geographic apresenta no próximo domingo (dia 17) às 20h00, o programa "Vida no ventre: mamíferos", com imagens a três e quatro dimensões de dois golfinhos bebé portugueses.
As "estrelas" marinhas portuguesas que vão brilhar no documentário são a Alfa, que nasceu em Outubro e é detentora do título de "primeira bebé proveta" português e o Colby, que infelizmente morreu à nascença, mas que Élio Vicente, biólogo marinho do Zoomarine do Algarve, explicou que não está relacionado com as ecografias realizadas para o programa. "Um terço dos bebés golfinhos não sobrevivem no primeiro mês de vida e cerca de metade não chega ao primeiro ano de vida", refere o especialista em biologia marinha, explicando que os golfinhos, ao contrário dos humanos que desenvolvem o sistema imunitário no ventre da mãe, só desenvolvem as defesas depois de nascerem e com o leite materno. As imagens no ventre dos dois animais foram recolhidas através de ultra-sons e imagens a quatro dimensões, explicou à Lusa Élio Vicente, referindo que as imagens dos fetos golfinhos foram captadas com a ajuda de veterinários da instituição algarvia. O canal National Geographic contou com a experiência da equipa de veterinários do Zoomarine, onde foram efectuadas ecografias a duas fêmeas gestantes da espécie "Tursiops truncatus", com equipamentos da última geração tecnológica.
Animal nada no úteroSegundo o biólogo marinho Élio Vicente, as imagens ecográficas do crescimento do feto golfinho revelam que o animal mamífero "nada no líquido do útero ao fim de oito semanas" e que com apenas 24 semanas o embrião "desenvolve pequenas extremidades que depois desaparecem ao fim de 15 dias". No documentário televisivo vai ainda poder ver-se que o bebé golfinho apresenta às 11 semanas barbatanas com estruturas ósseas semelhantes às das mãos humanas. "Será que este desenvolvimento do feto poderá indicar que os antepassados dos golfinhos eram terrestres?", questiona o especialista em animais marinhos. As imagens foram captadas em Janeiro e Março deste ano por uma equipa inglesa da National Geographic e por um especialista alemão em ecografias a 4D. Nas imagens a quatro dimensões pode ver-se tanto a largura do animal, como comprimento, profundidade do corpo no espaço e o movimento do bebé golfinho no útero da mãe. No documentário que vai estrear a nível mundial no domingo, às 20h00, podem ainda ver-se fetos de cães e de elefantes nos ventres das mães.












O fenómeno do arrojamento de cetáceos é relativamente comum, sendo que na maioria das vezes estes animais chegam às praias já mortos. A sua morte no mar pode dever-se a causas naturais (doenças ou intempéries do mar) ou como resultado da acção do homem, quer seja pelo contacto com os aparelhos de pesca ou com as hélices das embarcações. A poluição também é um factor importante, pois os poluentes acumulam-se através das cadeias alimentares e podem intoxicar estes predadores activos.
Neste projecto realiza-se um trabalho de colecta de dados sobre os golfinhos que são arrojadas na linha de costa e as condições em que eles se encontram.



Das várias espécies de cetáceos que são arrojadas nas praias de Portugal, a mais frequente é o golfinho comum ou toninha da espécie Delphinus delphis. Este é um dos cetáceos mais abundantes em todo os oceanos, devendo o seu número total chegar a vários milhões de indivíduos.



Das várias espécies de cetáceos que são arrojadas nas praias de Portugal, a mais frequente é o golfinho comum ou toninha da espécie Delphinus delphis. Este é um dos cetáceos mais abundantes em todo os oceanos, devendo o seu número total chegar a vários milhões de indivíduos.
A principal característica desta espécie é o padrão de cores em ambos os flancos, com uma mancha amarelada em ambos os lados e uma mancha dorsal cinzenta ou preta com a forma de um V sob a barbatana dorsal. A região inferior do ventre é sempre mais clara com uma ou duas linhas amarelas ou cinzentas.



Esta é uma espécie amplamente distribuída nos mares temperados e intertropicais, encontrando-se também no mar Vermelho e Mediterrâneo. Ocorre normalmente onde a água da superfície tem entre 10º e 28º e é mais frequente em regiões com profundidades superiores a 150 metros. Por vezes surge na plataforma continental, em áreas onde o mar tem um relevo alto, em busca de cardumes de pequenos peixes, como a sardinha que é um dos seus alimentos preferidos.



Quer seja de causas naturais ou provocadas pelo contacto com as actividades humanas, a maioria dos golfinhos são encontrados em estado de decomposição bastante avançado, o que obriga a certos cuidados de higiene e protecção.



Os dados biométricos são anotados em fichas individuais, onde se tenta descobrir o sexo, a existência de marcas ou cortes de membros e a causa da morte.



Normalmente a parte do corpo mais danificada é sempre a boca, devido aos embates com a areia ou as rochas. Mesmo quando os ossos das mandíbulas estão relativamente preservados, raramente apresentam ainda os dentes.



A localização destes animais mortos é quase sempre fácil, pois o cheiro, normalmente, pode ser sentido a várias dezenas de metros de distância do local onde se encontram.



No entanto, na maior parte das vezes, é quase impossível ter a certeza dos dados biométricos, devido ao adiantado estado de decomposição dos golfinhos e à falta de partes do corpo.



Por vezes também se encontram outras espécies de cetáceos, como o desta Baleia Piloto (Globicephala melas), também chamada de Boca-de-Panela. Esta também é uma espécie relativamente comum, que não pertence ao grupo das verdadeiras baleias, estando mais aparentada com os golfinhos, uma vez que também possui dentes.



Venha ao estuário do Sado conhecer uma das comunidades mais simpáticas que lá reside: o Golfinho-Roaz. Estes golfinhos avistam-se com frequência em estuários, e encontram-se em grupos de 2 até 25 indivíduos. Não deixe de conhecer estes afáveis animais, num passeio por uma das mais belas zonas do nosso país!



Duração:



3horas



Datas:



Todo o ano



Vestuário:



É aconselhável trazer chapéu, creme protector, calçado de sola de borracha, agasalhos. No Verão, fato de banho e toalha.



Outras informações:



Crianças até aos 12 anos; Este passeio é realizado a bordo de um catamaran com capacidade para 60 pessoas.



Formas de intrega:



Receba o seu voucher por e-mail, esta modalidade de entrega tem a vantagem de não ter custos acrescidos e de receber a sua experiência em segundos.



GiftBox:



Receba a nossa original caixa presente para fazer uma surpresa inesquecível.por ctt - prazo de entrega não garantido (normalmente 3 dias)por estafeta dia seguinte - entregas durante dias úteis até às 19h e sábados até às 13h30m (se não estiver na morada de entrega, poderá levantar nos CTT da sua Zona)por estafeta próprio dia – apenas disponível na Grande Lisboa nos dias úteis.




São diversos os factores que afectam aquilo a que se chama de "inteligência":
* O principal componente é a habilidade que se tem de comunicar. Um humano pode ser extremamente inteligente mas se passar todo o seu tempo a tentar sobreviver, então não restará tempo para o pensamento. Tempo livre é então um grande fator, e os golfinhos têm-no em abundância.
* Os golfinhos não dormem como nós, eles são capazes de "desligar" uma parte do cérebro por minutos numa determinada altura ao longo do dia. Muito raramente "desligam" o cérebro completamente. Isto é necessário porque os golfinhos necessitam de respirar ar pelo menos uma vez em cada 8 minutos. As únicas coisas que um golfinho faz é comer grandes quantidades de peixe e brincar.
* A comunicação entre espécies é também necessária. Os golfinhos usam uma linguagem por assobios que é 10 vezes mais rápida que a nossa fala e 10 vezes mais alta em freqüência.
* Para que um golfinho falasse com a nossa velocidade, seria como se um humano tentasse falar com um trombone, muito muito lento. Para um golfinho, tentando falar com a nossa freqüência e velocidade, o resultado seria o seguinte: nós...........fa...la........mos...... mu....i....to.......... de..........va.......... gar............ É muito dificil para nós falarmos assim tão devagar, e para os golfinhos também.
* Outra particularidade na comunicação dos golfinhos é o sonar, que lhes permite determinar as reacções internas de outros golfinhos, humanos, peixes, etc. Imaginem sabermos como se sentem todas as pessoas à nossa volta, se estam alegres, tristes, zangadas. Ninguém poderia enganar ou mentir. Isto deve-se a mudanças psicológicas que ocorrem dentro de nós quando pensamos em determinadas coisas.
* Também através do sonar um golfinho consegue ver se alguem está ferido ou não. Eis um caso real:
Uma senhora que se encontrava numa piscina com golfinhos era continuamente empurrada para fora da piscina. Uns minutos mais tarde, ela um colapso com dores. No hospital descobre que tinha uma hemorragia interna, que os golfinhos muito provavelmente tinham dado conta. Como não havia mais ninguém por perto na piscina, e a distância entre a linha de água e o cimo da piscina era grande, os golfinhos tentaram a custo impedi-la de ficar na piscina, e assim salvaram-lhe a vida.
* A única coisa que os cetáceos não têm é uma maneira de registar a linguagem tal como a escrita. Uma ideia seria construir um programa de computador que permitisse traduzir os assobios dos golfinhos em escrita e gravar; e vice-versa, passar o nosso texto para linguagem de golfinhos. Isto já foi feito com chimpanzés e resultou surpreendentemente. Ora tendo em conta que os golfinhos são muito mais inteligentes que os chimpanzés, porque não tentar o mesmo?



As partes do cérebro dos golfinhos "desligam-se " alternadamente fazendo com que não precisem de dormir, um fenómeno único entre os mamíferos, conclui um estudo publicado numa altura em que se celebra o Ano Internacional do Golfinho.
Segundo biólogos da Universidade de Carolina em San Diego, Estados Unidos, o "mistério do sono" à volta dos golfinhos, que há muito tempo intrigava especialistas, deve-se à capacidade que estes animais têm em desligar alternadamente uma parte do cérebro para descansar, enquanto a outra parte se mantém activa. Este fenómeno explica o facto de os golfinhos não dormirem semanas após o parto, estarem sempre em alerta e serem capazes de reagir imediatamente mesmo que se encontrem a descansar, de acordo com o estudo citado esta semana pela re vista alemã "Die Welt" e que data de Agosto de 2006. A descoberta foi feita através de uma experiência com um sinal acústico , ao qual o golfinho reagia, tendo os investigadores norte-americanos analisado durante cinco dias seguidos as correntes cerebrais do mamífero, comprovando assim as "alterações das partes cerebrais".
Cinco dias sem descansarApós cinco dias de teste, nos quais o animal não descansou, os investigadores efectuaram análises ao sangue do golfinho, não tendo estas indicado qualquer indício de cansaço ou qualquer rasto de stress, como a adrenalina ou acréscimo de células brancas. Em declarações à agência Lusa, o presidente do "Projecto Delfim", Manuel Eduardo dos Santos disse que não conhece o estudo, mas que a "questão da função assimétrica do cérebro dos golfinhos, que também é utilizada para manter a respiração de forma voluntária, já é conhecida desde os anos 70". "Não julgo que seja um trabalho totalmente inovador, embora os investigadores norte-americanos possam ter avançado num aspecto que, até agora tinha sido ignorado [que é a relação das funções cerebrais com o sono]", acrescentou. Para o presidente da associação científica que reúne investigadores, estudantes universitários e simpatizantes dos mamíferos marinhos, "os golfinhos têm vindo a sofrer uma série de agressões ao seu ambiente provocadas principalmente pelo homem e, consequentemente, há muitas espécies, como o goto do Golfo da Califórnia que se encontram em vias de extinção eminente e várias outras espécies fortemente ameaçadas". Entre as várias ameaças à sobrevivência dos golfinhos, o presidente aponta sobretudo para a "poluição química da água, a poluição sonora que perturba o seu sistema de orientação, as redes e aparelhos de pesca que são deixados no mar, assim como a pesca excessiva que acaba com os recursos alimentares dos golfinhos".
2007: o ano do golfinhoPara contribuir para a preservação dos golfinhos e alertar o mundo para as ameaças as quais este animais estão expostos, o "Programa das Nações Unidas para o Ambiente e a Convenção sobre Espécies Migratórias" e outros acordos especializados na conservação dos golfinhos, decidiram fazer de 2007 o Ano do Golfinho. Esta iniciativa, lançada a 17 de Setembro do ano passado na reserva natural de Larvotoo, no Mónaco, envolve governos, organizações não governamentais e várias entidades do sector privado. A campanha pretende aumentar a consciencialização das pessoas acerca das espécies de golfinhos existentes, educar e informar políticos e envolver as comunidades locais na sua defesa, segundo o Instituto Nacional da Conservação da Natureza (ICN). "Se esta tomada de consciência estimular medidas extremas para proteger as espécies em perigo e encorajar a protecção de outras, esta campanha deve ser considerada de enorme importância", disse à Lusa Manuel Eduardo do Santos sobre a iniciativa da ONU. Em Portugal, o principal esforço na defesa dos golfinhos concentra-se no Rio Sado, onde "ainda existe uma das poucas populações de golfinhos concentradas e residentes na Europa", tendo a protecção e conservação desta espécie "uma grande importância ecológica e cultural para o país". O Ano Internacional do Golfinho faz ainda parte da "Década da Educação para o Desenvolvimento Sustentável", contribuindo para que se alcancem os objectivos do "Projecto Milénio" das Nações Unidas, em termos de diminuição da perda de biodiversidade.



Os Golfinhos-Oceânicos descritos nesta secção tendem a ter bicos compridos e bem definidos, corpos aerodinâmicos ou ligeiramente robustos, testas suavemente inclinadas e um único entalhe em V no meio da barbatana caudal . Só duas espécies (golfinhos-setentrionais e golfinhos do Peru) possuem também barbatana dorsal proeminente, situada no centro do corpo; contudo, a forma da barbatana dorsal varia consideravelmente entre as espécies e entre indivíduos. Os golfinhos têm um comprimento entre cerca de 1,3 m e 3,9 m.

Os Golfinhos-Oceânicos descritos nesta secção têm grandes variantes. Variam tanto na cor e padrão como na forma do corpo, bico, barbatanas peitorais e dorsais. Com a idade, algumas espécies mudam mesmo de aparência. Contudo, partilham características, entre as quais o bico relativamente curto e indistinto , o corpo bastante robusto , a testa suavemente inclinada (excepto os golfinhos de Risso e o do Irrawaddy) e um entalhe em V no meio da barbatana caudal . A maioria tem a barbatana dorsal proeminente.

Um golfinho oceânico morto ou dado à costa pode ser diferenciado de um boto pelos dentes cónicos (os botos têm os dentes em forma de pá).

Os golfinhos sempre maravilharam e intrigaram os humanos. Se procurarmos no nosso imaginário colectivo, encontramos um grande número de histórias e lendas, baseadas no seu comportamento amistoso e na facilidade com que se aproximam de nós.

Desde há muito que a graciosidade dos golfinhos despertou no Homem um fascínio muito especial, enriquecendo-lhe a imaginação para a composição de histórias lendárias onde estes animais desempenham os papéis principais. Durante muito tempo, os marinheiros acreditavam que os golfinhos eram reencarnações de homens, que divagavam pelos mares, praticando tantas boas acções quantos os pecados que haviam cometido durante as suas vidas humanas anteriores. Mas existem muitas mais histórias. Segundo nativos do Pacífico sul, os golfinhos são parentes do Homem. Por este motivo, eles tentam aproximar-se e brincar com os seus primos terrestres "de duas pernas", tal como acontecia na altura da Criação, quando homens e golfinhos eram semelhantes. Também a mitologia grega é rica em referências a cetáceos. Numa das suas lendas, Poseidon, o Deus do Mar, de todas as criaturas marinhas escolheu um golfinho como mensageiro de amor para cortejar Amphridite, uma ninfa marinha, que mais tarde passeava pelo mar num coche de conchas puxado por golfinhos. Após casar com ela, Poseidon recompensou o golfinho mensageiro, transformando-o numa constelação.

Tal como em todas as lendas, também as dos golfinhos contêm resquícios de veracidade. É que desde que o Homem se aventurou nos mares, estes mamíferos marinhos têm sido seus amigos e companheiros e são muitas as histórias que o documentam. Os primeiros sinais de contacto entre as duas espécies estão registados em desenhos, em cavernas na Noruega e na África do Sul. Mais tarde, os romanos escreveram sobre misteriosos salvamentos de vítimas de naufrágios, protagonizados por seres identificados como golfinhos. Também Aristóteles lhes devotou uma enorme atenção, não só como cientista, mas também como filósofo, pois estava crente que a predisposição dos golfinhos para o contacto com seres humanos mais não era do que uma tentativa de aproximação do animal ao Homem. Existem, igualmente, inúmeras histórias deste século que testemunham a estreita relação estabelecida entre golfinhos e humanos. São histórias de amizade, preferencialmente com crianças, de cooperação com pescadores e de salvamento de naufragos. Embora muitas destas últimas não estejam "autenticadas", sabe-se que quando um golfinho está ferido e prestes a afogar-se, os seus companheiros trazem-no até à superfície e sustêm-no, para que possa respirar, agindo deste modo até que o companheiro se restabeleça. Talvez com o Homem se verique por vezes comportamento idêntico.

Contrariamente a todas estas histórias, não existem evidências (nem histórias) de ataques de golfinhos a seres humanos, mesmo quando o Homem ataca os animais. Mas mesmo assim, não devemos esquecer que os golfinhos são animais selvagens, fortes e independentes, e que devem ser respeitados como tal. A única diferença relativamente à maioria das criaturas selvagens é que os golfinhos associam-se e interagem voluntariamente com pessoas. Qualquer marinheiro sabe que eles tendem a acompanhar os barcos e navios, não por procurarem alimento, mas aparentemente apenas por pretenderem companhia e divertimento.Tem sido sugerido pelos mais fantasiosos admiradores de golfinhos que eles "sorriem" porque entendem a nossa linguagem e estão pacientemente à espera que nós entendamos a sua. O que é facto é que, mesmo sem partilharmos uma linguagem, os golfinhos são capazes de aprender comandos muito facilmente. Para além disso, têm a capacidade de localizar eficientemente objectos submersos e distinguir vários tipos de materiais, através de uma análise ultrasónica. Estas aptidões, aliadas à sua curiosidade natural e extraordinária versatilidade, fez emergir a ideia de utilizar estes "submarinos vivos", com o seu sistema altamente eficiente de navegação, em acções militares. A marinha americana começou a treinar golfinhos em 1962 e, em 1987, seis golfinhos foram enviados para o Golfo Pérsico com a missão de detecção de minas.


Actualmente ensaia-se nos EUA o treino de golfinhos para salvamento de mergulhadores, vítimas de acidentes. Também se espera que estes animais venham a servir de veículos de ligação com o serviço de laboratórios submarinos, transportando mensagens e instrumentos de trabalho. Prevê-se, ainda, a sua utilização como sentinelas, que indiquem a aproximação de tubarões ou de mergulhadores inimigos.Mas apesar da relação próxima que pode ser estabelecida entre humanos e golfinhos, não é verdadeira a ideia que centenas de espectáculos em aquários tentam transmitir - a de que os golfinhos vivem felizes em cativeiro, com a companhia humana. Sabe-se, por exemplo, que nestas condições, os indivíduos morrem mais cedo e a taxa de natalidade é mais baixa, dois indicadores que evidenciam a fraca adaptação a estas situações.

Não são raros os relatos de capturas violentas de golfinhos, retirados dos seus grupos familiares, transportados sem cuidados e colocados em espaços exíguos. Estatísticas apresentadas pelo Dolphin Project mostram que 53% dos golfinhos que sobrevivem às capturas violentas, acabam por morrer dentro de 90 dias. Os que sobrevivem, geralmente não ultrapassam os cinco anos, perecendo de doenças e traumatismos relacionados com stress. Apesar das condições estarem a melhorar em muitos aquários, existem ainda espectáculos ambulantes, com golfinhos e leões marinhos transportados constantemente de localidade em localidade.É, no entanto, perceptível uma alteração de mentalidades. Por exemplo, na Austrália já é proibido capturar ou importar golfinhos para cativeiro. Muitas pessoas olham mais positivamente para um futuro de reservas marinhas costeiras, com golfinhos livres para irem e voltarem, com a possibilidade de optarem ou não pelo estabelecimento de contactos com seres humanos.São cada vez mais os locais onde é possível fazer passeios de barco para observar golfinhos na natureza, sem que os importunemos demasiado. Mas mesmo nestas situações, existem comportamentos menos correctos que devem ser evitados. Nos EUA é ilegal a aproximação aos animais, excepto em casos em que sejam os golfinhos a aproximar-se e a interagir. Existem, no entanto, operadores que tentam "iscar" golfinhos, dando-lhes alimento, o que é também ilegal nos EUA por alterar o comportamento dos animais. Os golfinhos provocam uma atracção universal, simbolizando liberdade, alegria, graciosidade e serenidade, levantando o espírito de muita gente em todo o mundo. No entanto, muitas são as ameaças que os perseguem: são as redes dos pescadores, os barcos de grande velocidade e a poluição dos mares, já para não mencionar a caça ilegal.

Seria bom continuarmos a ter a possibilidade, sempre envolvida de certo misticismo, de ver grupos de golfinhos divertidos a saltar fora de água ou a nadar sem esforço à proa de um barco. Sem tentarmos encontrar vínculos entre a espécie humana e os golfinhos ou atribuir-lhes estatutos de divindades, deveríamos apenas apreciar a sua alegria e liberdade.

Muito se tem especulado sobre a inteligência destes animais admiráveis, mas na realidade muito pouco ainda se sabe sobre este assunto. Se no ser humano é difícil quantificar a inteligência, mais difícil será fazê-lo em animais selvagens ou mesmo em cativeiro. No entanto, muitos estudos têm sido realizados e avanços relativos têm permitido dar resposta a algumas questões.A questão do tamanho do encéfalo tem levantado alguma controvérsia. O encéfalo dos golfinhos é assombroso, pesando tanto ou mais do que o encáfalo humano, ao qual se assemelha pelos seus sulcos e circunvoluções abundantes. Contudo, muitos cientistas defendem que esta questão não deve ser tratada de uma forma linear, já que se olharmos para a proporção entre massa encefálica e massa corporal, outros números aparecem: 1,17% para os golfinhos e 2,10% para os seres humanos. Isto quererá dizer que estes cetáceos não serão tão inteligentes como os seres humanos, pois as suas grandes dimensões corporais traduzem-se na necessidade de uma massa encefálica maior.


Segundo dados actuais, a massa colossal do encéfalo dos golfinhos estará ligada a mecanismos adaptativos extremamente complexos, sobretudo relativos ao aparelho de identificação e eco-localização. Com efeito, emitindo impulsos ultra-sónicos que embatem em objectos (peixes, outros golfinhos ou qualquer obstáculo) e captando os sons devolvidos, o golfinho é capaz de interpretar estes ecos como se de imagens se tratassem, determinando o tipo de objectos e a que distância se encontram.Relativamente ao cerebelo (área do encéfalo responsável pela coordenação e equilíbrio), ele encontra-se mais desenvolvido nos golfinhos do que no Homem. Todavia, este facto não é de estranhar se observarmos o espantoso controlo dos movimentos corporais destes mamíferos marinhos durante as suas complexas manobras de salto e de "natação sincronizada".
Uma outra comparação interessante entre as duas espécies refere-se ao hipotálamo, área encefálica onde reside o sistema nervoso autónomo, responsável pelos actos reflexos, assim como o instinto, e por toda a coordenação motora e visceral que não passa pela consciência. Comparado com o peso do encéfalo, o hipotálamo num golfinho representa 0,17% da massa encefálica, enquanto que num ser humano pode atingir os 4,00%. Isto significa, de uma forma geral, que os humanos são muito mais intintivos que os golfinhos. Esta descoberta, apesar de impressionante, é igualmente lógica, já que estes mamíferos marinhos controlam conscientemente muitas das actividades que nós realizamos sem consciência. Por exemplo, mesmo a dormir, um golfinho nunca atinge um estado de sono profundo, pois os dois hemisférios cerebrais não descansam em simultâneo, para que o animal não corra o risco de se afogar, já que para respirar ele precisa de estar consciente controlando todos os movimentos respiratórios.Devido às enormes diferenças que existem entre o meio terrestre e o aquático, é muito difícil avaliar estatisticamente e de uma forma comparativa as capacidades de humanos e golfinhos. Nem o número de circunvoluções, nem os pesos relativos do encéfalo, nem mesmo o número de células cerebrais podem dar resultados satisfatórios.Uma das áreas que mais investigação tem suscitado é a da comunicação neste grupo de cetáceos, pois a capacidade de utilização de uma linguagem é uma das principais componentes da inteligência. No entanto, ainda está longe o momento, se é que algum dia ele chegará, de decifrar o complexo esquema de assobios, cliks e gemidos que os golfinhos utilizam para comunicarem entre si. Mas na verdade, a maior parte das espécies animais são capazes de comunicar, de uma ou outra forma, utilizando linguagens mais ou menos complexas.

Haverá, então, algo mais no encéfalo de um golfinho que o distancie, em termos de inteligência, da maior parte das espécies animais? Apesar desta característica não ser facilmente mensurável, existem alguns indicadores do seu potencial que têm sido estudados. Sabe-se, por exemplo, que os golfinhos aprendem rapidamente (por vezes comandos de linguagem complexos), que conseguem generalizar e que as suas capacidades de memória e de pensamento abstracto são apenas comparáveis às do encéfalo humano. Através de experiências com animais em cativeiro comprovou-se que os golfinhos fazem planos e comunicam acerca de ideias abstractas (como esquerdo/direito) através da sua própria linguagem.

Embora não existam ainda muitas certezas, os intensos trabalhos de investigação desenvolvidos ao longo dos últimos anos confirmam aquilo de que há muito se suspeitava: os golfinhos são realmente animais extremamente inteligentes, ocupando uma das posição mais elevadas na escala animal de inteligência.

O misterioso aparecimento de 152 golfinhos mortos na costa do Irão despertou alarme entre os ecologistas, que culpam as práticas de pesca do país, segundo o jornal El Mundo
Desde Setemebro que estes casos se têm sucedido. Primeiro apareceram 79 golfinhos mortos a sul do porto de Jask, no sudoeste do Irão, um número ao qual se juntam agora 73 animais, na mesma zona.
As imagens dos corpos destes mamíferos espalhados pela areia foram amplamente difundidas pela imprensa iraniana, onde se assegura que se trata de um «suicídio colectivo, um comportamento que estes animais exibem por vezes em estado selvagem».
No entanto, nem todos fazem a mesma leitura dos acontecimentos. Para Mohammad Baqer Nabavi, responsável por uma das organizações locais de defesa do ambiente, estes golfinhos morreram encurralados em redes de pesca.
Os corpos dos golfinhos Sprited, que normalmente habitam em aguais tropicais dos vários oceanos, evidenciavam cortes por todo o lado.


Os golfinhos que encontramos no estuário do Sado, pelas águas da Arrábida ou pela costa da Galé, pertencem a uma espécie que ocorre em quase todos os mares do mundo. É o golfinho-roaz, roaz ou roaz-corvineiro e é o mais típico dos golfinhos, aquele que habitualmente se encontra nos jardins zoológicos ou que aparece na televisão.
É uma espécie que nasce com 90-130 cm de comprimento e os adultos podem atingir os 4 metros. Atingem a maturidade sexual a partir dos 7 anos, o período de gestação é de um ano e a cria alimenta-se do leite da mãe até aos 18 meses. Só dois ou três anos depois de ter uma cria é que as fêmeas estão aptas a ter outra.
O golfinho-roaz pode ser encontrado no oceano, mas geralmente habita águas costeiras em locais como os estuários. O estuário do Sado alberga uma população de golfinhos-roazes com cerca de 40 indivíduos, a única população de golfinhos residente em Portugal. Pensa-se que os indivíduos que a constitutem fazem parte da mesma população que visitava o estuário do Tejo.
Desde 1984 que estes golfinhos têm sido o objecto de estudo de vários cientistas. No entanto, uma vez que são animais de estrutura social complexa e que passam 90% do seu tempo debaixo de água é difícil tirar grandes conclusões em poucos anos de estudo.


O comportamento dos golfinhos do Sado assemelha-se ao dos outros golfinhos-roazes, mas também possui caracteríticas próprias. Assim, se os avistarmos podemos observá-los em deslocação, a comer, em interacções sociais ou, mais raramente a descansarem.
-Alimentação à superfície: os golfinhos exibem muita agitação à superfície de água e muitas vezes executam belas sequências de saltos; muitas vezes conseguem ver-se presas à superfície como, por exemplo taínhas. Também se podem alimentar no fundo de presas como o chôco ou o linguado, e nesse caso o que se consegue observar são mergulhos de duração prolongada;
-Alimentação no fundo: Podemos observar os animais dispersos fazendo mergulhos relativamente longos. Não existe agitação à superfície. este é o comportamento mais frequente no estuário do sado, já que a maior parte das suas presas possuem hábitos bentónicos (chôco, linguado, taínha, etc.);
-Socialização: como o nome indica é nestes momentos que os animais levam a cabo as suas interacções sociais. Estas ocasiões são muito curiosas e podem observar-se bonitos saltos coordenados entre vários animais e contacto físico entre eles;
-Repouso: quando os golfinhos dormem ficam muito quietos à superfície. Para se manterem atentos, descansam metade do cérebro de cada vez;
-Tail-slap (golpe de cauda): quando os golfinhos se zangam batem com a cauda na água com muita força como forma de protesto. Por vezes este golpe pode também servir para atordoar os peixes e assim ser mais fácil capturá-los.


Os golfinhos aparentemente são todos iguais. Como distingui-los? A barbatana dorsal de um golfinho é como uma impressão digital humana- todas são diferentes e muitas vezes fáceis de distinguir. Outras, com menos marcas têm de ser fotografadas para posteriormente serem analisadas (a este processo dá-se o nome de fotoidentificação). É assim que se sabe quantos golfinhos existem no Sado.
Também os machos e as fêmeas se confundem. Só através das fendas genitais que possuem no ventre se podem diferenciar. No Sado, como tal não é possível de observar, são consideradas fêmeas os animais que acompanham as crias.

O rio Sado é uma zona altamente intervencionada pelas actividades humanas. A poluição resulta não só de toda a indústria que lá existe, mas também das minas, da agricultura, da intensa actividade portuária e dos esgotos urbanos. Existe uma Reserva Natural na zona mais a montante do estuário, mas que não engloba as zonas onde os golfinhos passam a maior parte do seu tempo.
Os golfinhos são mais fáceis de encontrar ao longo da costa de Tróia, no canal menos poluído e com maior circulação de águas. Mas tal não quer dizer que estes animais não corram perigo, pois as águas acabam sempre por se misturarem e nelas existem substâncias muito nocivas como os pesticidas e os metais pesados. Estas substâncias possuem uma capacidade de se acumularem ao longo da cadeia trófica, tornando-se mais prejudiciais para os animais de topo da cadeia alimentar, como são os golfinhos-roazes. Quem sofre ainda mais são as crias que, indefesas, bebem o leite materno contaminado, em cuja gordura se fixam estes poluentes.
Outro problema dos golfinhos do Sado são os barcos. Desde os grandes navios, rebocadores, traineiras, ferry-boats que fazem a ligação permanente Tróia-Setúbal, até aos barcos de lazer e motas-de-água, os golfinhos estão sujeitos diariamente a um intenso tráfego marítimo, causador também de um grande ruído sub-aquático constante.

No que respeita à conservação da natureza, os estuários têm vindo cada vez mais a ser considerados sistemas de grande importância, representando para a Estratégia Mundial da Conservação, biótopos essenciais aos processos ecológicos que suportam a vida e implicitamente de vital importância para a manutenção dos equilíbrios ecológicos da biosfera. Possuem no geral, uma produtividade elevada que origina cadeias alimentares diversificadas e abundantes, que desempenham um papel determinante na sobrevivência das populações.
O estuário do Sado, situado na península de Setúbal a 30º 04’ N, 09º 24’ W, é uma das zonas húmidas mais importantes de Portugal, com grande valor ambiental e sócio-económico. Em 1980 foi criada a Reserva Natural do Estuário do Sado (RNES) que engloba a zona mais a montante do estuário.
O estuário do Sado subdivide-se em três zonas distintas no que respeita à circulação das águas: o canal sul, com uma profundidade média de 20m e correntes intensas, que corresponde à zona preferencial de trocas de água entre a zona marinha e a parte interior do estuário; o canal norte, com uma profundidade média de 10m, cujas correntes são fracas e no sentido montante e que além disso, recebe a maior parte das descargas de efluentes urbanos e industriais; e ainda uma zona intermédia, que corresponde à zona de baixios.
O rio Sado é um habitat altamente intervencionado pelas actividades humanas, que colocam em risco o seu equilíbrio ecológico. Para tal contribuem diversas fontes de poluição, nomeadamente os efluentes urbanos e industriais, a actividade agrícola e as minas de pirites, que apesar de desactivadas, contêm nas suas águas de escorrência uma composição semelhante à dos efluentes das minas em actividade. A nível dos efluentes industriais os poluentes mais importantes são os TBT´s, os PCB’s (especialmente no canal norte), o DDT e os metais pesados, que têm origem nas diversas industrias locais (química, cimenteira, construção naval e actividade portuária). Cargas consideráveis de matéria orgânica, aumento de concentração de fosfatos, nitratos, amónia e contaminação por bactérias e vírus, são as consequências dos efluentes urbanos, de instalações pecuárias, curtumes, etc. As actividades agrícolas, em particular as culturas intensivas de tomate e principalmente de arroz, originam descargas consideráveis de fertilizantes e pesticidas.
A actividade piscatória no rio Sado é muito intensa sendo as redes de tresmalho (solheira e branqueira) as artes mais utilizadas, embora também se usem frequentemente artes ilegais como o arrasto bentónico. A mais utilizada é a solheira que é practicada durante todo o ano, mas possui um período de maior intensidade correspondente à época de maior abundância de choco (Sepia officinalis) e de linguado (Solea vulgaris), espécies que representam practicamente a totalidade das capturas.
As espécies mais representativas da ictiofauna pelágica são o sargo-safia (Diplodus vulgaris), a choupa (Spondyliosoma cantharus) e a taínha-garrento (Liza aurata), seguidas do sargo (Diplodus sargus), do salmonete (Mullus surmuletus) e do robalo (Dicenthrarchus labrax). Da ictiofauna bentónica destacam-se o charroco (Halobatrachus didactylus) e o linguado, e ainda o biqueirão (Engraulis encrasicolus), o alcorraz (Diplodus annularis) e o caboz (Gobius niger). Segundo o Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal (1993), muitas destas espécies encontram-se comercialmente ameaçadas. As taínhas no geral (Mugilidae) e a savelha (Alosa fallax) são ainda espécies que merecem destaque pela sua importância na dieta dos golfinhos-roazes. Também representados no estuário do Sado e de grande importância na alimentação dos golfinhos-roazes estão os cefalópodes que são, por ordem decrescente de importância, o choco, o polvo (Octopus vulgaris) e a lula (Loligo vulgaris).
O conhecimento da salubridade do rio Sado é limitado já que a maior parte dos estudos existentes sobre a qualidade das águas e a fauna deste, se encontram desactualizados. No entanto, em resultado das actividades humanas dos últimos anos, é notável o crescente estado de deterioração do estuário.

A população de golfinhos-roazes do Sado está em forte declínio. Com a implosão de duas das seis torres de Tróia dando um início mais oficial à requalificação da Península de Tróia, esta questão volta a ser pertinente na medida em que parte do projecto pode ter uma influência importante na população referida por motivo da relocalização do cais dos ferries.
De acordo com Raquel Gaspar, bióloga marinha que tem seguido a população de golfinhos-roazes do Sado, em 1986 a população tinha 40 indivíduos e nos últimos anos tem vindo sistematicamente a decrescer; em 2001 tinha 34 indivíduos, sendo que actualmente apenas tem 27 indivíduos. Acrescente-se ainda que 70% da população se encontra envelhecida e quase sem possibilidades de procriar, não sobrevivendo as crias mais do que alguns anos. A população de golfinhos do Estuário do Sado é um dos raros casos de uma população destes animais que vive sedentariamente num estuário. Embora a falta de crias pudesse causar o envelhecimento na classe adulta, o problema parece residir na muito baixa sobrevivência dos animais mais jovens que são também os mais inexperientes.
No quadro do desenvolvimento do Troiaresort e de todo o plano de urbanização prevê-se a relocalização do cais dos ferries para a zona junto à Soltróia, alguns quilómetros a Sul do actual. Esta área coincide com a zona mais importante de alimentação dos golfinhos, sendo que está classificada no âmbito da Rede Natura, em parte por precisamente pela protecção que esta espécie merece.
No estudo de impacte ambiental que foi efectuado, a Comissão de Avaliação do Projecto “Marina e novo Cais dos ferries do Troiaresort” de que faziam parte Direcção Regional do Ambiente e Ordenamento do Território/Alentejo, Instituto de Conservação da Natureza, Instituto da Água, Instituto do Ambiente e Instituto Português de Arqueologia deu parecer desfavorável por causa dos riscos eventuais para a população de golfinhos por existir a alternativa de manter a localização, afirmando mesmo que “a aprovação do projecto nestas circunstâncias corresponderia a uma violação do Estado Português decorrentes da Directiva Habitats”. O Secretário de Estado do Ambiente da altura, José Eduardo Martins, não viria a seguir a sugestão e deu parecer favorável condicionado.
Não se sabe se a mudança do cais irá ou não agravar a diminuição da população. O princípio da precaução aconselharia que a mudança de localização do cais bem como do tipo de ferries (mais rápidos) não tivesse lugar. Também é verdade que a diminuição da população de golfinhos-roazes no Sado pode ter outras causas, desde a poluição, ao excesso de embarcações de recreio e ao modo como se movimentam e assim perturbam os animais.
Infelizmente, os recursos do Estado e a forma como se encara a conservação da natureza e o desenvolvimento turístico em Portugal só deixam duas opções: ou recorrer aos tribunais e à Comissão Europeia, ou seguir as linhas da avaliação de impacte ambiental onde a transferência do cais é acompanhada por um conjunto de condições de monitorização (infelizmente muito gerais e pouco garantidas) e também de financiamento (à custa de parte dos bilhetes dos ferries).
Neste quadro, há uma terceira possibilidade que a Quercus quer explorar e avaliar: definir um conjunto de condições que consideramos indispensáveis para inverter a tendência de extinção da população de golfinhos do Sado, muito para além do plano de intenções presente no estudo de impacte ambiental. Tal passa por regras em relação às embarcações de recreio e por áreas de interdição à sua navegação, regras relativas ao futuro funcionamento da marina em Tróia, meios de fiscalização, bem como um programa de monitorização integrado que tarda em existir para o Estuário do Sado e em particular que permita investigar as razões do decréscimo da população de golfinhos-roazes, obrigando à tomada de medidas nos sectores (indústria, navegação, ou outros) que se identifiquem como causas prováveis.
Além disso, é fundamental que seja claro que, no caso de um dos factores de afectação dos golfinhos ser a passagem dos novos ferries no local de alimentação, a solução seja reversível, e esteja clara a possibilidade de se voltar à solução inicial.
Esta solução, que implica perceber a posição Governo na medida em que é o Estado que é o responsável junto da União Europeia e compete a algumas entidades de diferentes ministérios responsabilizarem-se pelas medidas. Este é o esforço que tem de ser feito, que já representa um compromisso, mas que pode ser uma tarefa que venha a compensar pelo estudo e avaliação dos motivos que têm levado a população de golfinhos a decrescer. A outra alternativa, que claramente não está posta de lado, é mesmo recorrer à justiça. Só não é claro se essa é mesmo a melhor alternativa…

Um acontecimento trágico, mas desconhecido, está a transformar as praias da Ilha da Boa Vista, no arquipélago de Cabo Verde, num autêntico cemitério de golfinhos.Inesperadamente, o primeiro grupo, com aproximadamente 260 animais, arrojou nas areias da praia no passado Domingo, e apesar do empenho dos moradores e dos biólogos locais para fazer regressar os animais à água, o objectivo não foi atingido. Assim, às autoridades restou apenas enterrar rapidamente os animais entretanto falecidos, como medida de segurança para as populações, pois havia já algumas pessoas a levar os animais para as suas habitações, como alimento.Dois dias depois, arrojaram à praia mais cerca de 70 animais. Alguns foram devolvidos ao mar, mas muitos acabaram por voltar, para morrer no mesmo local.A grande preocupação das autoridades está na presença de um grupo de grandes dimensões, estima-se que possam ser 400 animais, que poderá começar a arrojar nas praias a qualquer momento, o que seria um acontecimento ainda mais dramático e levantaria muitas dificuldades do ponto de vista logístico.CausasSempre que acontece uma destas mortandades com mamíferos marinhos, aponta-se o dedo às sofisticadas embarcações militares utilizadas pelos países mais desenvolvidos, principalmente aos submarinos, e aos seus poderosos sonares, que podem interferir com os sistemas de orientação dos golfinhos e baleias. E a verdade é que, na semana anterior a estes acontecimentos, esteve no arquipélago um submarino dos Estados Unidos, o USS Annapolis.Mas podem ser outras as explicações para estes aparentes suicídios em massa. Por vezes, alguns animais doentes dirigem-se para as praias e o resto do grupo acaba por segui-los, não conseguindo ou não querendo depois regressar ao mar. Noutros casos, e por motivos ainda por explicar, parece que tanto golfinhos como baleias perdem o sentido de orientação e encalham nas praias. Qualquer que seja o motivo, é sempre um acontecimento dramático.Outros casos Não se sabe ao certo o que leva a estes trágicos acontecimentos, e em Cabo Verde não é a primeira vez que acontece. No ano de 2003, aconteceu por duas vezes, com pouco tempo de intervalo, uma vez na Ilha de Maio, e outra vez na Ilha de Santa Luzia. Em ambos os casos, foram mais de centena e meia de animais que arrojaram e que acabaram por morrer.Também em outros locais e outros oceanos têm sido palco de tristes acontecimentos deste género, nomeadamente a Austrália, os Estados Unidos, a África do Sul e até o Mar Mediterrâneo. Até hoje, nunca foi possível explicar com exactidão como ocorrem estas mortandades.

Depois de, possivelmente, se ter extinto o Golfinho-de-Baiji no Rio Yangtsé, na China, embora exista alguma esperança de que alguns animais tenham milagrosamente sobrevivido, mais uma espécie que pode ser encontrada em alguns rios da Ásia está em risco de desaparecimento.O golfinho-de-Irrawaddy (Orcaella brevirostris) é uma espécie que corre verdadeiro perigo de extinção por toda a Ásia. Pode ainda ser encontrado em alguns locais do Rio Mekong, mas esta comunidade desaparecerá se nada for feito muito rapidamente, já que o número de indivíduos desceu drasticamente neste local, estimando-se que restem apenas entre 90 e 100 destes animais. O mesmo cenário parece estar a acontecer na última colónia destes animais nas Filipinas, em Malampaya Sound, onde só foram registados 77 golfinhos desta espécie no último censo. Mesmo em termos globais - considerando já o norte da Austrália, onde também habita - esta espécie corre perigo. Estima-se que no total restem menos de mil destes animais pelo que, para alguns investigadores, o perigo de extinção é iminente.No caso da comunidade do Rio Mekong, as causas apontadas para este desaparecimento acelerado de animais são a poluição do rio e a pesca com recurso a redes. A pesca no rio afecta os golfinhos de duas maneiras distintas. Uma, directamente, já que muitos têm sido os animais que ficam presos nas redes e acabam por morrer por falta de ar e outros que, conseguindo sobreviver nas redes, acabam por morrer pelos ferimentos causados durante o tempo em que se debateram para se libertarem. Por outro lado, o aumento populacional em redor do rio tem levado a que cada vez mais pessoas se dediquem à pesca e, neste momento, os recursos do rio já se encontram em rotura, o que também provoca a morte a muitos destes golfinhos e a presença de cada vez mais redes.Assim, o governo cambojano, com apoio da comunidade científica internacional, está a tentar desenvolver um projecto ambicioso, que passa por envolver parte importante da comunidade piscatória, na zona do rio onde se encontram os animais desta espécie, na sua protecção. Da mesma forma como já antes foi conseguido noutros lugares do mundo em relação aos caçadores de baleias, as autoridades locais estão a convidar os pescadores a deixarem de pescar para vender, reduzindo assim a pressão sobre as comunidades piscícolas do rio, dando a quem aceitar mudar de vida verbas para se transformarem em guias turísticos de visitantes que pretendam observar os mamíferos marinhos. Estão também a ser distribuídas verbas importantes a outros pescadores, que pretendam investir em hotéis e restaurantes, uma vez que vai ser fomentado o turismo ambiental para esta zona do rio e vão ser necessários equipamentos para receber os turistas.Se este projecto resultar, espera-se que nos próximos anos esta comunidade volte a recuperar em termos numéricos, mas será uma espera paciente, já que uma fêmea demora a ficar prenha, tem uma gestação aproximada de 14 meses, e muitas das crias acabam por não sobreviver aos primeiros dias fora da barriga das mães. Mas nem o tempo que vai ser preciso esperar parece esfriar o entusiasmo dos envolvidos no projecto.

Cerca de quatro centenas de golfinhos deram à costa, no último fim-de-semana, na ilha cabo-verdiana da Boa Vista, por razões ainda desconhecidas.
De acordo com informações recolhidas no local pela Rádio de Cabo Verde (RCV), no domingo encalharam numa praia dessa ilha 265 golfinhos que acabaram por morrer, apesar das tentativas das autoridades marítimas e populares para salvar alguns desses animais marítimos. Os golfinhos mortos foram de pronto enterrados no local.Esta segunda-feira, mais um cardume, constituído por cerca de sete dezenas de golfinhos, voltou a dar à costa, havendo também poucas possibilidades de os salvar, apesar dos esforços que estão a ser feito para pelo menos devolver ao mar alguns desses cetáceos.Entrevistada pela RCV, a bióloga Ivone Delgado deu conta da existência na costa da Boa Vista de mais um cardume de golfinhos, constituído por cerca de quatro centenas de animais, que aparentam estarem também desorientados, pelo que se receiam que venham igualmente a encalhar numa das praia daquela ilha.A bióloga informou ainda que, de momento, não existe uma explicação plausível para este autêntico desastre ecológico. No entanto, aquele técnica não descarta a possibilidades desses animais, que seguem sempre um líder do cardume, terem perdido a orientação no alto mar, dirigindo-se para a proximidade da costa.Os golfinhos ou delfins são animais mamíferos cetáceos pertencentes à família Delphinidae.Vivem normalmente em grupos pequenos ou médios, podendo surgir grupos de mais de 500 indivíduos. Os golfinhos comunicam entre si por meio de vocalizações e, uma vez que não possuem cordas vocais, tem sido sugerido que os sons que produzem (assobios e estalidos) provêm da região do êmbolo nasal.Estes cetáceos, tal como a maior parte, são ainda capazes de utilizar os sons que emitem para apreenderem as características do meio que os rodeia – ecolocação.De um modo simplista, pode-se dizer que a ecolocação dos cetáceos funciona como o sonar de um navio e esta capacidade permite-lhes mesmo a percepção de pequenos detalhes.

Os golfinhos são extremamente rápidos no acto de nadar, sendo possível atingir os 60 Km/h e saltam até 5 metros acima da água, levando vantagem sobre os seus predadores. A vida social é extremamente importante para estes animais, que podem viver até aos 80 anos.

Os golfinhos são úteis na terapia de crianças com comportamentos autistas e com atrasos psicomotores. Várias crianças já recorreram a este tratamento em diversas partes do mundo, por exemplo, Espanha, Irlanda; Estados Unidos e recentemente em Portugal, no estuário do Sado. Os resultados são visíveis, embora não cientificamente comprovados.
A maioria dos terapeutas e biólogos concordam que a interacção com os golfinhos favorece pessoas com problemas de saúde mental, depressão, stress, etc., mas estes progressos têm de ser documentados e analisados individualmente.
Os golfinhos ondulam para cima e para baixo quando nadam. O impulso principal é fornecido pelos fortes lobos horizontais, achatados da cauda e os membros natatórios servem para o animal mudar de direcção. A falta de membros posteriores dá-lhes uma forma hidrodinâmica.
O tamanho e a coloração da pele destes animais pode variar até dentro da mesma espécie consoante o sitio onde vivem. A coloração depende da luminosidade do mar.

O golfinho é sem sombra de dúvida o animal mamífero cetáceo que tem maior graciosidade e bom humor capaz de fascinar qualquer ser humano.
O seu comportamento no seu habitat natural, desperta no ser humano uma reflexão e uma vontade de aproximação para se poder estudar e admirar pormenorizadamente as enormes potencialidades que este animal possui.
A sua sociabilidade e a sua fácil captação dos gestos do Homem, fazem com que nos apercebamos do nível da sua inteligência!
Cientistas da Universidade St. Andrews na Escócia há muito que descobriram que o golfinho é particularmente inteligente e que a sua elaborada linguagem constituída por assobios, gemidos, clikes e até através de expressões gestuais é de uma enorme complexidade. Esta linguagem é produzida pela pressão de ar e pelo espirráculo, uma vez que o golfinho não tem cordas vocais e é utilizada como uma espécie de código morse, para se manifestar e poder comunicar com outras espécies.
É bastante curioso e interessante saber-se que o golfinho, tem a capacidade enquanto dorme, só uma parte do seu cérebro adormece, estando a outra permanentemente atenta e vem à superfície, sempre que necessita para respirar. Também se sabe que as fêmeas quando têm as suas crias, a primeira preocupação é elevá-las de seguida até à superfície da água para que fiquem a respirar, para poder sobreviver!
O golfinho pelas suas características de cetáceo amigo do homem é possuidor de um enorme auto controle que em variados aspectos é uma mais valia que se torna um elo de grande sociabilidade e ternura nomeadamente no contacto com as crianças, ajudando-as em muitos casos, até no seu desenvolvimento!
Para além das suas conhecidas facilidades de adaptação ao meio ambiente e de serem “utilizados” em festivais e espectáculos públicos como verdadeiros artistas, extremamente brincalhões, movimentando-se com grande facilidade nos Tanques e Aquários preparados para o efeito, o golfinho possui um extraordinário sentido de ecolocalização ou biosonar ou ainda orientação por ecos que utiliza para nadar por entre obstáculos ou para caçar suas presas.
O golfinho é um nadador privilegiado podendo atingir uma velocidade até 40Km/h. Chega a saltar até cinco metros acima da água e pode mergulhar a grandes profundidades. A sua alimentação é à base de peixes, lulas e crustáceos.
Podem viver até 30 anos e dão à luz um filhote de cada vez.
Por tudo isto, a protecção desta espécie marinha é um dever do Homem! Infelizmente ainda existem no Planeta massacres como os que foram descobertos recentemente por ecologistas que se confrontaram com pescadores chineses que habitualmente utilizam os golfinhos para o seu sustento, matando-os aos milhares!
Eu pessoalmente, considero um crime horrendo a captura de animais como os golfinhos que são duma enorme sensibilidade, doçura, alegria e com capacidades de entre ajuda com o ser humano!


-Pertencem à família Delphinidae;

-Existem 37 espécies conhecidas de golfinhos, entre os quais os de água salgada e água doce. A espécie mais comum é a Delphinus delphis;

-A maior parte dos golfinhos vivem no mar, mas há 5 espécies que vivem em rios e lagos, como o Boto da Amazónia; Alguns, de água doce, vivem no encontro da água doce com a salgada;


-O golfinho oceanico mais pequeno tem 1.4 a 1.8 m de comprimento e pesa entre 36kg e 45kg. O golfinho oceanico maior é a Orca, que mede mais de 9.8m e pesa cerca de 5000Kg, sendo maior do que algumas espécies de baleias;

-Podem saltar até 5 metros acima da água, nadar até 40 km/h e mergulhar até grandes profundidades;

-Alimentam-se essencialmente de peixe e lulas, embora alguns prefiram outros moluscos e camarão;

-Muitos golfinhos caçam em grupo;


-São extremamente brincalhões, pois nenhum animal, excepto o homem, tem uma variedade tão grande de comportamentos que não estejam diretamente ligados às actividades biológicas básicas, como alimentação e reprodução;

-Têm um sentido de ecolocalização, que consiste essencialmente numa capacidade biológica de detectar a posição e/ou distância de animais através de emissão de ondas ultra-sônicas na água, que utilizam essencialmente para detectar presas;

Milhares de golfinhos são mortos todos os anos no Japão de forma extremamente cruel e violenta. Os pescadores usam barulhos para os desorientar, conseguindo assim apanhá-los com redes. Depois são mortos pela sua carne, que é depois vendida a restaurantes e supermercados.Video que mostra esta barbárie. É muito violento, eu própria não o consegui ver até ao fim...

Lourinhã salva golfinho numa operação que envolveu diversas entidades: Devolvido ao mar pela segunda vez.
Numa operação coordenada pelos Serviços Veterinários Municipais da Lourinhã, foi salvo um golfinho comum que deu à costa com vida na Praia de Vale Frades, no passado dia 31 de Março, tendo sido transportado pelos Bombeiros Voluntários da Lourinhã (BVL) para o Porto de Pesca de Peniche.
Técnicos da Reserva Natural da Berlenga (RNB) transportaram-no para o alto mar, numa lancha, e devolveram-no à liberdade. Dois dias antes, este mesmo golfinho foi encontrado arrojado na Praia do Navio, em Santa Cruz, Torres Vedras, tendo então a Polícia Marítima transportado o animal numa viatura de caixa aberta, devidamente acondicionado, para o Porto de Pesca de Peniche. Os técnicos da RNB fizeram a mesma operação aqui, longe de perspectivarem que o fariam novamente dois dias depois.Como não houve qualquer relato de arrojamento de um golfinho nos dias seguintes, há possibilidades do animal ter conseguido sobreviver.O alerta da presença do golfinho junto às rochas da Praia de Vale Frades foi feito pelas 9h00 aos militares do Posto de Paimogo da Brigada Fiscal da GNR, que rapidamente se deslocaram ao local e tentaram, sem sucesso, conduzir o mamífero para o mar alto. A forte rebentação foi um obstáculo intransponível para o golfinho. A meio da manhã os Serviços Veterinários Municipais recebiam a notícia, via Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade (ICNB), em Lisboa, da existência de um golfinho arrojado. Jorge Barros, veterinário municipal, deslocou-se ao local. Com o apoio dos militares da GNR e, posteriormente de dois técnicos da RNB e dos BVL, foi decidido transportar o golfinho para o Porto de Peniche e, daí, numa lancha do ICNB, para o mar alto. Uma maca e uns cobertores molhados substituíram um velho plástico para transportar o animal até ao seu habitat natural. O animal estava naturalmente stressado, por estar fora do seu ambiente natural, mas, apesar do cansaço, aparentava ter muito vigor.Estão por explicar as razões que levaram este golfinho a arrojar na nossa costa. Tratava se de um exemplar juvenil, macho, com menos de metro e meio de comprimento. Poderá ter-se perdido do grupo e, com dificuldades de orientação e de caçar, terá sido arrastado pelas correntes marítimas até à costa. Pertence à família dos cetáceos mais comum ao longo da nossa costa, incluindo os Açores e a Madeira. Em adulto, o seu peso varia entre 75 a 85 kg, mas há registos até 135 kg, alimentando-se de peixes, preferencialmente sardinha, polvos, lulas, chocos e camarões.Os machos são ligeiramente maiores que as fêmeas podendo atingir 2,6 metros e chegar aos 30 anos de idade. Ao longo dos anos são muitos os golfinhos que morrem em capturas acidentais em redes de pesca, capturas intencionais e poluição dos oceanos. É muito raro encontrar-se com vida um golfinho arrojado na nossa costa. Segundo o veterinário Jorge Barros, “a maior parte das vezes, quando nós somos contactados, os golfinhos já se encontram mortos. Muitas vezes estão a desfazer-se por terem estado muito tempo mortos no mar e depois acabam por embater muitas vezes nas rochas durante muito tempo”.Sobre a operação de salvamento do cetáceo, não tem dúvidas de que neste caso “é preciso ter-se sorte, pois é raro encontrar-se um golfinho na costa com o vigor que este tinha”. Mas tudo foi feito para que a operação fosse coroada de sucesso.

Num episódio inédito, um golfinho particularmente comunicativo que frequenta a praia neozelandesa de Mahia, salvou dois cachalotes que tinham ficado aprisionados naquela zona e não conseguiam encontrar o caminho de volta para mar aberto, apesar dos esforços das equipas do instituto de conservação local.A história, que ocorreu na quarta--feira, foi contada com emoção pelo líder do grupo que estava a tentar salvar os dois cachalotes, Malcom Smith, que não poupou palavras para descrever a cena. "Não falo a língua das baleias, nem a dos golfinhos", disse Smith em declarações citadas pela imprensa internacional, "mas algo se passou entre aqueles animais porque os dois cachalotes mudaram de atitude" quando o golfinho entrou em cena. Velho conhecido na região, já que com frequência aparece por ali para nadar e divertir-se com banhistas e surfistas, Moko acabou por ganhar o nome pela sua simpatia e comunicabilidade. E, aparentemente, foram a sua comunicabilidade e simpatia que voltaram a estar em evidência, mas com dois cachalotes em stress. As equipas lutavam já há algum tempo para tentar indicar o caminho aos dois animais aprisionados, quando Moko surgiu e comunicou com eles. Os dois cachalotes acalmaram--se então, seguiram-no em direcção à abertura para o mar e saíram da baía sem mais problemas.A praia de Mahia, que fica na ilha do Norte, da Nova Zelândia, na reentrância de uma baía, é uma zona conhecida por ocorrências deste tipo. Todos os anos, cerca de 30 baleias entram na baía, talvez inadvertidamente, ou por desorientação, e ficam ali encurraladas. Na maioria das vezes, o esforço das equipas de conservação animal para tentar devolvê-las ao mar aberto é uma luta vã. E muitos animais, condenados a uma morte lenta, acabam por ter que ser abatidos. Apesar destas situações serem ali frequentes, nunca antes um outro animal (que não o humano) tinha interferido para tentar salvar baleias. Mas foi exactamente isso o que Moko fez na quarta-feira, numa aparente solidariedade consciente inter-espécies.Encurralados na baía, os dois cachalotes - mãe e cria - pareciam perturbados e desorientados e apesar dos esforços da equipa no local, não conseguiam seguir as indicações para encontrar a saída para o mar. Malcom Smith e outras testemunhas no local contaram que o golfinho e os cachalotes foram ouvidos durante algum tempo a produzir ruídos aparentemente dirigidos uns ao outros. "O que comunicaram entre si não sei", explicou o especialista em conservação. "Não sabia que os golfinhos podiam comunicar com os cachalotes, mas alguma coisa aconteceu que permitiu a Moko conduzir os dois cachalotes através do caminho certo".Segundo Malcom Smith, "é possível que Moko tenha ouvido à distância os chamamentos dos cachalotes, que se mantinham à tona emitindo sinais sonoros de stress evidente".Quando Moko entrou em cena, os cachalotes mudaram de atitude, depois de uma aparente conversação entre os animais. Mergulharam então e seguiram atrás do golfinho, que os guiou em segurança para o canal de saída.Mais tarde, o simpático golfinho regressou à baía, onde retomou as suas habituais brincadeiras com os banhistas, mas os cachalotes seguiram o seu caminho e não voltaram a ser vistos."Sei que isto não foi lá muito científico, mas quando o golfinho voltou, meti-me na água e fui dar-lhe uma palmadinha de agradecimento" disse Smith.

Nos últimos dias foram recolhidos em praias do concelho de Viana do Castelo mais dois golfinhos mortos, número que, desde 2007, já atingiu a dezena e praticamente todos presumivelmente em resultado de ferimentos provocadas por redes de pesca usadas em alto mar.Sebastião Bandeira, da Associação de Protecção e Conservação do Ambiente, garantiu ao DN que "as marcas no dorso e no ventre" dos mamíferos agora arrojados permitem concluir que terão sido "aprisionados em redes de pesca localizadas ao largo da costa galega ou portuguesa", tendo sido "arrastados para terra no decurso da agitação marítima" dos últimos dias. Estes dois mamíferos foram arrojados nas praias de Afife e Monserrate, esta última junto à cidade de Viana do Castelo, e pesavam perto de 80 quilogramas.O ambientalista recorda que o arrojamento de golfinhos no Alto Minho regista "para mais de duas centenas e meia" nos últimos 25 anos, sendo a zona de Afife a que se destaca no número de ocorrências, devido às condições da costa. Ao DN, o comandante da Capitania de Viana do Castelo já reconheceu tratar-se de uma zona que regista "com alguma frequência" este tipo de arrojamento. "Sempre que nos é comunicado, por questões de saúde pública, deslocamos meios para o local para retirar informações e recolher os mamíferos", explicou Mendes dos Santos. Em última instância cabe ao veterinário Municipal recolher os golfinhos, sendo os dados de cada um enviados pela Polícia Marítima para o Instituto de Conservação da Natureza e para o Aquário Vasco da Gama.Em 2007 foi registado o arrojamento de oito cetáceos na costa minhota, número que, ainda assim, estará a diminuir, depois de, na década passada, os pescadores minhotos terem denunciado a utilização de artes de pesca ilegais e explosivos, por parte de pessoas estranhas às comunidades piscatórias locais. "Verificou-se, nos anos seguintes, uma diminuição muito significativa das mortes destes cetáceos, na orla costeira minhota, graças à intensificação da fiscalização portuguesa e galega", lembra Sebastião Bandeira.

Como já há tanto tempo que não ponho coisas sobre de animais, decidi por hoje sobre golfinhos!

Os golfinhos são mamíferos que vivem no mar, mas também existem na água doce, nos rios da América do Sul. Formam grandes grupos que andam por todo o lado à procura de alimento. Comem lulas e peixinhos com muita gordura.



Como são mamíferos têm que vir muitas vezes à superfície para respirar.Sabias que o "nariz" dos golfinhos é no alto da cabeça? É onde lhes dá mais jeito!
Tal como o Homem, o golfinho só tem um filhote de cada vez.Nascem no mar e por isso têm que nadar imediatamente e também ir à superfície para respirar.


Os golfinhos têm um grande sentido de orientação.Para saberem por onde andam usam os ultra-sons, que são uns ruídos muito agudos que as pessoas não conseguem ouvir.
Depois desses ultra-sons chegarem a um obstáculo, um cardume de peixes, por exemplo, esses ruídos voltam para trás como um eco, e o golfinho sabe exactamente onde eles estão!
Diz-se que os golfinhos são muito inteligentes e por isso é que gostam da companhia dos homens. Contam-se muitas histórias de golfinhos que salvam pessoas de morrerem afogadas e até de serem comidas por tubarões!
Os golfinhos gostam muito de nadar à volta dos barcos e dar grandes saltos enquanto brincam.
Podes vê-los no Jardim Zoológico e nos parque aquáticos. Mas o mais divertido é vê-los em liberdade... Por que não pedes aos teus pais para te levarem ao estuário do rio Sado?

Segundo uma reputada equipa de investigadores da Universidade de St. Andrews, perto de Edimburgo, na Escócia, os golfinhos podem conhecer-se por nomes como os humanos.Os resultados deste trabalho, financiado pela Royal Society of London, foram publicados nos Proceedings of the National Academy of Sciences, e mostram que alguns dos sons semelhantes a assobios que os golfinhos emitem, correspondem a nomes próprios de elementos do seu grupo.Este estudo foi realizado na Baía de Sarasota, na Flórida, durante um período de 3 anos. Segundo um dos investigadores, Vincent Janick, estes trabalhos foram realizados com golfinhos selvagens que eram capturados momentaneamente para gravar os sons que emitiam e os sons que recebiam dos outros elementos do grupo.Depois, um computador trabalhava o conjunto de ruídos gravados e mostrava os resultados aos investigadores, que assim puderam, segundo eles, tirar estas conclusões.A espécie mais usada nesta investigação foram os golfinhos nariz-de-garrafa.

Os golfinhos são mamiferos que vivem nos oceanos de todo o planeta. Por vezes, vivem em grandes grupos. Os golfinhos são dos animais marinhos mais inteligentes.

No rio Sado encontramos uma comunidade de 30 a 35 golfinhos roazes-corvineiros (da espécie Tursiops truncatus). É a única população de golfinhos residente em Portugal e uma das mais importantes e conhecidas da Europa. Apesar disso, é ainda desconhecida para a grande maioria dos portugueses.

Depois de preparado, o barco da Flipper – Associação de Protecção de Mamíferos Marinhos – faz-se ao rio, com uma equipa a bordo. A hora de início da actividade, as condições atmosféricas, o nível da maré e o nome de cada membro da equipa são gravados. É mais um dia de observação dos golfinhos roazes-corvineiros. «O nome foi-lhes dado no tempo em que se alimentavam essencialmente de corvina e roíam as redes dos pescadores» - explica a Maria João, do departamento de investigação. Hoje, há muito menos corvinas e as redes são feitas de nylon.

Nem sempre é fácil nem imediato o encontro com os golfinhos. Eles não têm uma rota definida nem locais predeterminados para as suas actividades. Por isso, é difícil saber em que lugar do rio podemos ter o primeiro encontro. Os olhares perdem-se na superfície calma do rio, em busca de um vulto ou um movimento que possa denunciar a presença dos golfinhos. Quando isso acontece, a emoção toma conta de todos, apura-se a vista para confirmar o encontro, reduz-se a velocidade da lancha e faz-se o registo magnético: hora, localização por GPS, profundidade, número de indivíduos, inter-relação, actividade do grupo, existência de crias e tempo das imersões. Ao longo do dia podem observar-se grupos maiores ou menores, em diferentes tipos de actividade: socialização, alimentação à superfície, deslocação e repouso. A presença de crias mostra que o grupo se está a renovar, deixando a esperança de que esteja a aumentar, embora não se consigam controlar os eventuais arrojamentos (golfinhos que dão à costa mortos ou moribundos).
Jorge Ferreira, responsável pelo departamento de fotoimagem, vai disparando a máquina fotográfica. O objectivo do seu trabalho consiste sobretudo em fotografar o maior número possível de barbatanas dorsais de todos os indivíduos avistados. A barbatana dorsal de um golfinho é equivalente à nossa impressão digital. Não há duas iguais. A comparação das fotos das barbatanas feita ao longo das várias observações permite conhecer o número de indivíduos que existe e acompanhar a evolução de cada um, ao longo dos anos.

A Flipper foi oficialmente criada em 24 de Março de 1997, com o principal objectivo de proteger a comunidade de golfinhos residente no rio Sado. É constituída por um grupo de pessoas muito heterogéneo, mas que têm em comum uma profunda paixão por golfinhos e um forte desejo de contribuir de uma maneira séria e consistente para que no futuro a palavra golfinho não seja sinónimo de extinção. A associação desenvolve projectos nas áreas de fotoidentificação, monitorização e vigilância de costa (patrulhamento da costa para detectar eventuais arrojamentos).
Acompanhar um dia de trabalho da Flipper implica chegar cedo a Setúbal, ponto de encontro da equipa que todos os sábados parte para uma viagem de investigação. A equipa é constituída por, no máximo, cinco pessoas, de entre os sócios: é preciso pilotar a lancha, estar atento ao aparecimento e aos comportamentos dos golfinhos, fotografá-los, filmá-los, contá-los e registar num gravador os vários dados que se vão obtendo.
Os golfinhos roazes podem ser normalmente encontrados em todos os oceanos do mundo, mas também nas águas costeiras e estuários. Pensa-se que esta população que habita no rio Sado, deslocando-se por vezes até ao mar, mas voltando sempre ao estuário, é a mesma que habitava, há muitos anos, o rio Tejo e que, devido à poluição e ao aumento do tráfego marítimo, se afastou daquelas águas em busca de melhor habitat. Encontraram-no num lugar que, infelizmente, caminha a passos largos para a mesma situação precária.
Só recentemente se começou a estudar, de forma mais sistemática, estes mamíferos marinhos do Sado. O conhecimento que deles se tem é ainda muito limitado, já que passam a maior parte do seu dia-a-dia debaixo de água. Uma coisa é certa: os golfinhos roazes precisam de ser protegidos e preservados. Por isso, várias entidades, governamentais ou não, vêm desenvolvendo esforços no sentido de melhor conhecê-los para defendê-los. São elas: a Reserva Natural do Estuário do Sado (RNES), única entidade governamental, o Projecto Delfim, a Quercus e a Flipper. Algumas operadoras turísticas da zona preocupam-se também em conferir um cunho de natureza ambiental aos seus programas de observação de cetáceos.
A comunidade dos roazes-corvineiros do rio Sado não está, porém, ainda a salvo. Enfrenta várias agressões, como a poluição e o intenso tráfego marítimo, que, a não serem controlados a tempo, poderão fazê-la desaparecer.
A Flipper reconhece e queixa-se da falta de cooperação entre as entidades empenhadas neste trabalho. Mauro Vicente, um dos directores da Associação, denuncia: «Não se conseguiu, até hoje, uma concentração de esforços para um mesmo objectivo. Falta uma partilha de dados, que só seria benéfica, e proporcionaria uma menor dispersão de energias, já que cada uma destas entidades tem, com certeza, uma área em que é mais especializada e que poderia constituir-se num projecto comum».

Em 1913 foi colocado o primeiro golfinho em cativeiro. Desde então continuam a capturar-se golfinhos-roazes, baleias-piloto, orcas e outros golfinhos, para serem encerrados em delfinários. Os golfinhos-roazes são a espécie que melhor se adapta ao estado cativo. Os especialistas afirmam mesmo a possibilidade de uma boa reprodução, embora a realidade não garanta o sucesso apregoado.
Morrem milhares de golfinhos durante as capturas, transporte ou mesmo devido às condições precárias do cativeiro. De facto, para permanecerem em delfinários, os golfinhos capturados são normalmente jovens e não resistem, por exemplo, ao transporte de avião nem se adaptam facilmente ao novo ambiente de vida, completamente diferente do seu habitat natural. Além disso, estabelece-se uma hierarquia entre os animais cativos, que origina diversos confrontos violentos, até que se habituem à presença uns dos outros.
Para existirem em todo o mundo cerca de 2700 golfinhos em cativeiro foi necessário capturar cerca de 30 mil...
Desde os anos 30, quando na Florida – EUA – se realizou o primeiro show com golfinhos, estes mamíferos marinhos são exibidos em espectáculos e, por isso mesmo, submetidos a treinos intensivos e a várias apresentações semanais. Esta rotina provoca situações de stress que são combatidas com a administração de calmantes e antidepressivos, que associados a outros medicamentos para prevenir doenças várias adquiridas no cativeiro, reduzem dramaticamente o tempo de vida médio dos golfinhos. Assim, enquanto um golfinho chega a viver entre 30 e 40 anos no seu habitat natural, não passa dos 5 a 10 anos, nos delfinários.
É costume, em alguns delfinários, proceder-se à substituição do animal falecido por outro com o mesmo nome, criando-se a ideia de longevidade e de uma boa adaptação ao cativeiro.

Não se sabe muito sobre o processo evolutivo dos golfinhos. Algumas teorias, vagas e incertas, dão conta de que há cerca de 50 milhões de anos, em pleno período Eocénio uma família de mamíferos terrestres, os «Mesonychids», que habitavam as margens de lagos, rios e estuários, começou a procurar alimento na água. Para estes omnívoros, os peixes revelaram-se uma fonte riquíssima de alimento, o que os levou a passar cada vez mais tempo dentro de água do que fora dela. Esta mudança de hábitos provocou, pouco a pouco, profundas modificações somáticas para uma melhor adaptação ao novo meio.
Entre o fim do período Oligocénio e o início do período Miocénio (5 a 20 milhões de anos), surge então uma nova família, os «Kentriodontidae». Esta família aparece nos oceanos Atlântico e Pacífico, vai sofrendo várias alterações, conforme o meio ambiente em que vive, dando origem a novas famílias, entre as quais a família «Dephinidae», que surgiu há cerca de 11 milhões de anos, à qual pertencem os actuais golfinhos.

Enquanto as caças anuais da movimentação do golfinho começam nas vilas japonesas de Taiji e de Futo, um consortium dos cientistas e dos profissionais do jardim zoológico e do aquário lançou uma campanha para terminar as práticas com a consciência pública e apelando ao governo de Japão para pôr uma extremidade às caças. O “ato para golfinhos” campanha-que inclui membros do aquário de New York, universidade de Emory, e a associação do mundo dos jardins zoológicos e dos aquários (WAZA) - mantem que as caças, que resultam nas mortes dos milhares dos golfinhos cada ano, são inhumane por todo o padrão ético e devem ser interrompidas imediatamente.

Ocorrendo anualmente de setembro a abril, as caças do golfinho são reguladas pelo governo japonês e conduzidas por grupos dos pescadores que agrupam centenas, às vezes milhares, dos golfinhos e de cetaceans pequenos em baías rasas banging nas hastes parcialmente submersas que críam uma barreira sonic. Os golfinhos corralled em redes e são despachados então em uma maneira brutal: lanceado, enganchado, içado no ar por suas caudas, e por vivo finalmente eviscerated. Os métodos, investigadores da palavra, resultam em uma morte longa e dolorosa para estes mamíferos marinhos inteligentes. O governo japonês fêz a reivindicação unsupported que os animais competem com os pescadores locais para fontes limitadas dos peixes e que as movimentações são no fato meios do controle de pest. Também, o “ato para o consortium dos golfinhos” mantem que, apesar do fato que a caça dos golfinhos e do uso de sua carne waned na popularidade, o governo está incentivando realmente o público consumir mais carne do golfinho; além ao consumo humano, a carne do golfinho é usada também como o alimento e o fertilizante de animal de estimação. A movimentação caça também o resultado na captação de golfinhos vivos para aquários e programas interativos da nadada em Japão e em China, na violação direta do código das éticas mantidas por WAZA.

As caças japonesas da movimentação do golfinho são uma violação abominable de todo o padrão do bem-estar animal, e estas caças inflict a dor measurable e sofrendo nos animais que são inteligentes, sentient, e social no complexo,” disse o Dr. Diana Reiss, cientista de pesquisa sênior e diretor do programa de pesquisa do mamífero marinho do aquário de New York. O “ato para a campanha dos golfinhos” envolve cientistas e veterinarians do aquário de New York, da universidade de Emory, da escola da medicina na universidade de San Diego, da universidade de Dalhousie, da universidade de Havaí, da universidade de Notre Dame, e dos profissionais da associação do mundo dos jardins zoológicos e dos aquários (WAZA) e da associação dos jardins zoológicos e dos aquários (AZA). Os objetivos imediatos da campanha são levantar a consciência pública das caças da movimentação do golfinho, impulsionar a sustentação measurable com a petição do Web site do grupo (www.actfordolphins.com) que inclui atualmente sobre 22.000 assinaturas, e para convencer o governo japonês para terminar as caças em terras éticas. De acordo com o grupo, o argumento ético para terminar a movimentação é suportado por uma fundação contínua da evidência científica que indica que os golfinhos possuem as capacidades mentais e emocionais para a dor e sofrer em um par com macacos e os seres humanos grandes. Está também cada vez mais desobstruído que os golfinhos têm tradições sociais e as culturas, os relacionamentos interdependentes complexos, e a família forte amarram que são suscetíveis ao rompimento ou à dissolução uniforme nas movimentações. “A evidência científica é golfinho que japonês abundante desobstruído- as caças são um assalto em inteligente, sentient, e os seres emocionais com cérebros que devem nos fazer todo o batente e pensar” disseram o Dr. Lori Marino, Lecturer sênior no Neuroscience e na biologia Behavioral na universidade de Emory. Com exceção da introdução do bem-estar, os investigadores indicam que as caças da movimentação do golfinho levantam também interesses sobre o status do conservation de diversas espécies do cetacean feitas exame nas caças, que alvejam indiscriminately toda a espécie do cetacean. Além dos golfinhos de bottlenose, que compõem o volume da tomada anual, as caças incluem também golfinhos listrados, golfinhos manchados, golfinhos de Risso, baleias de assassino falsas, e baleias piloto short-finned. A maioria da espécie são incluídas na lista vermelha da união do Conservation do mundo da espécie ameaçada. Também, as caças resultaram no criticism crescente das organizações relevantes da gerência no conservation e o bem-estar aterra, including o Commission internacional da baleação (IWC), a organização do tratado que regula a caça da espécie grande da baleia. Os membros do público que deseja suportar “ato para a campanha dos golfinhos” podem fazer assim que assinando a petição em linha para terminar as caças da movimentação do golfinho em Taiji e em Futo em http://www.actfordolphins.com/.

Mais de 70% dos golfinhos e pequenas baleias estão sujeitos a morrer enroscados em redes de pesca, revela um estudo do Programa de Meio Ambiente da ONU (Unep, na sigla em inglês) divulgado nesta quarta-feira.Fatores como caça, poluição, destruição de habitat e o uso de sonares militares (que interfeririam na habilidade dos animais caçarem e se comunicarem) também ameaçam a sobrevivência dos cetáceos, alerta a agência da ONU, que defendeu a melhora das leis internacionais que protegem os animais.Os dados foram divulgados durante uma reunião dos signatários da Convenção sobre Espécies Migratórias na sede do Unep, em Nairóbi, no Quênia.Durante o evento, a ONU pediu a revisão das leis internacionais de proteção a oito espécies, propondo que elas sejam incluídas no Apêndice 2 da Convenção, que não prevê proteção obrigatória mas é formulada para estimular a conservação. O Unep também defende que as atuais leis de proteção sejam estendidas a outras sete espécies.«Pequenos cetáceos estão entre as criaturas mais bem amadas e carismáticas do planeta», disse o diretor-executivo do Unep, Klaus Toepfer. «Infelizmente essas qualidades não podem protegê-los de uma ampla variedade de ameaças; portanto, eu endosso totalmente medidas para fortalecer a sua conservação por meio da Convenção sobre Espécies Migratórias e outros aordos similares.»

Um estudo feito há dois anos indicou que cerca de 800 cetáceos morrem todos os dias ao ficar presos em redes de pesca.O diretor da Sociedade para Conservação do Golfinho e da Baleia, Mark Simmonds, acredita que, por mais drásticos que os dados pareçam, o relatório do Unep pode estar subestimando a verdadeira dimensão do problema. «Nós sabemos muito pouco de muitas dessas espécies, particularmente daquelas de profundidade», disse Simmonds, de Nairóbi, à BBC. «Por outro lado, nós sabemos o suficiente para dizer que de forma geral que todos os golfinhos de água doce estão ameaçados. Na verdade, o próximo mamífero a entrar em extinção provavelmente será uma espécie de golfinho de água doce – é grave assim.» Outras medidas estão sendo debatidas no encontro, incluindo uma proposta para incluir a população do Mediterrâneo de golfinhos-de-bico-curto no Apêndice I, o mais rígido da convenção.Isso obrigaria os países a restaurar o habitat natural dos animais e mudar práticas que estão contribuindo para a queda da população – neste caso, principalmente a diminuição dos estoques de sardinhas.

Sempre se disse que os golfinhos são animais inteligentes. E quanto mais se sabe mais nos admiramos das capacidades desses animais.Uma notícia científica recente, confirma uma das “lendas” que corria: os golfinhos falam! Não quer dizer ‘falar’ como os papagaios que repetem sons iguais a palavras humanas. Quer dizer, algo muitíssimo mais importante, comunicar entre eles por sons.Afirma-se mesmo que têm nomes!Dizem-nos os cientistas que os golfinhos usam um “assobio-assinatura”, um som especial para se identificarem uns aos outros. As experiências provaram que mesmo sem indicação de voz eles respondem pelo NOME.Espantoso!Só me lembra alguns romances de ficção científica ( se calhar não eram nada de ficção!) onde estes animais eram uma espécie sobredotada e que até protegiam os seres humanos…Salvé, sr. golfinho!

- Como um golfinho, existem pessoas que são puras e sinceras. Tais pessoas formam um laço de amizade amplo e terno.
- Como um golfinho, existem pessoas que vivem felizes e não gostam de ver os seus amigos tristes. Por isso, tentam sempre alegrar seus corações.

- Como os golfinhos, existem pessoas que arranjam um jeito para tudo, por mais difícil que seja o obstáculo à sua frente.
- Como os golfinhos, nenhuma pessoa no mundo consegue viver só, por isso fazem amigos e acompanham-nos em todos os momentos.

- Como um golfinho, as pessoas precisam sorrir para que sua vida seja cada vez melhor.
- Como um golfinho, uma criança vê o mundo de forma honesta e feliz, onde tudo tem um tom de brincadeira e tudo é a mais pura verdade.

- Como os golfinhos, pessoas precisam de carinho e compreensão. Se podemos entender os sentimentos de um golfinho, porque não os de uma pessoa?
- Como os golfinhos, precisamos dar e receber amor.

- Como um golfinho, precisamos de liberdade para podermos viver. Precisamos de liberdade para expressarmos sentimentos. Mesmo sendo livres, procuramos alguém a quem nos prender. Mesmo procurando incansavelmente amigos e amores, precisamos de momentos sozinhos.

- Como os golfinhos, apreciamos um belo luar, uma noite bonita... não se sinta só à noite, existirá sempre um amigo a quem você possa chamar, como fazem os golfinhos.

- Como os golfinhos, existem pessoas prontas a oferecer-lhe uma eterna amizade.

- Vamos agir como um golfinho???

Adorei esta mensagem, por isso resolvi partilhá-la com todos vós... espero que também gostem! Penso que tanto o texto, quanto as imagens, não se poderiam enquadrar melhor com a música de fundo que desde há uns dias abre o meu blog... não concordam???
Beijinhos ternurentos para todos. ***********